sexta-feira, 2 de julho de 2010

Arrancada - DOMINGO DIA 4 NO VELOPARK - Nova Santa Rita - RS

 
NESTE DOMINGO: Open Day, Gaúcho e Metropolitano de Arrancada no Velopark
HORÁRIOS INSCRIÇÕES: 

Sábado 13h30 às 18h30 (Gaúcho e Metropolitano)
Domingo a partir das 8h00 (OPEN, Gaúcho e Metropolitano)
  • Valores de Inscrições:
Gaúcho  - Inscrição R$ 160,00/ Reinscrição o do Gaúcho R$ 80,00
Metropolitano – Inscrição R$ R$100,00/  Reinscrição do Metropolitano  R$50,00
Gaúcho + Metropolitano - Inscrição R$ R$ 210,00     Reinscrição Gaúcho e Metropolitano  R$ 310,00
Open Day = R$ 100,00 / carro
  • Valor dos Ingressos:
Credencial Vip/Box:  R$ 20,00
Credencial Extra para equipe de pilotos:R$ 10,00
Aquibancada: R$ 10,00
Estacionamento Principal: R$ 15,00
  • Horários:
Sábado (apenas credenciamento): 13:30 as 18:30
Domingo: 8:00 as 19:00
* informações sujeitas a alterações

quinta-feira, 1 de julho de 2010

2ª Etapa do Troféu de Kart MS 2010 - Campo Grande - Mato Grosso do Sul


Mais um final de semana de velocidade sob a supervisão da Federação de Automobilismo de Mato Grosso do Sul. Acontecerá na Capital, dias 03 e 04 de julho, a 2ª Etapa do Troféu de Kart MS 2010 e a 2ª Etapa do Campeonato Estadual de Arrancadas 2010.

Os entusiastas do kart poderão prestigiar o evento no Kartódromo Ayrton Senna, no bairro das Moreninhas, a partir das 13h. São 930 metros de pista onde os pilotos poderão pisar fundo e disputar quem é o mais rápido nas categorias Cadete (até 14 anos), Five Speed, Executive, Super F4 e FKP, que é a novidade entre os amadores apaixonados por kart.

Para quem não conhece, a FKP é uma categoria destinada a amadores e novatos que locam karts com motores Honda 13HP sem preparação, para poderem dar as primeiras aceleradas na pista do kartódromo.
O evento é uma realização do Matra Automóvel Clube, com o apoio do Governo do Estado MS e da Fundesporte.

Agora, para quem gosta de extrair o máximo dos motores nos 201 metros da reta do Autódromo, poderá comparecer a 2ª Etapa do Campeonato Estadual de Arrancadas, onde se reúnem os melhores pilotos do Estado (filiados à Federação) e conta com 16 categorias: Standard, Dianteira Original, Dianteira Super, Dianteira Turbo “C”, Dianteira Turbo ”B”, Dianteira Turbo ”A”, Força Livre Dianteira, Traseira Original, Traseira Super, Turbo Traseira, Força Livre Tração Traseira, Pro Mod, Extreme 10,5, Dragster Light, Drag Top Álcool, Drag Junior.


Teremos grandes nomes das arrancadas, como Carlos Tolini, o “piruquinha”, Fabio Zamecki, Marcelo Maeda, Hiro Sakamoto, Miguel Angel, Nelson Echeverria, Cristiano Purro “Motoraço”, Luiz Rafael, dentre outros destaques, incluindo pilotos de Dourados, Três Lagoas e dos Estados vizinhos Mato Grosso e Goiás.
Maiores informações destes dois grandes eventos poderão ser obtidas junto a Federação de Automobilismo de MS pelo telefone: (67) 3025-1910.

Ford Econoline Van - 1974

FIA fará reunião para debater polêmica de SC

Ultrapassagem de Hamilton e punição a nove pilotos serão assuntos discutidos no encontro com os times


As polêmicas do Grande Prêmio da Europa ainda não tiveram fim e para acabar de vez com as discussões, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) fará uma reunião com as equipes para debater os principais problemas da prova.

A polêmica que mais repercutiu foi a ultrapassagem de Lewis Hamilton, da McLaren, pelo safety car quando este entrava na pista. A punição a outros nove pilotos por terem descumprido o tempo limite de volta com o carro de segurança na pista, entre eles Rubens Barrichello, da Williams e Jenson Button, da McLaren, também será debatida no encontro.

Segundo a revista alemã "Auto Motor und Sport" a reunião será realizada antes do início das atividades em Silverstone, local do próximo GP.

Um dos mais inconformados com o episódio de Hamilton, Fernando Alonso, da Ferrari, ficou satisfeito com a decisão da FIA.

- Fiquei contente em ouvir que a FIA reagiu logo e chamou um encontro do Grupo de Trabalho. Estou confiante de que todos os pontos da discussão serão esclarecidos - disse.

Outro que se sentiu prejudicado foi Ross Brawn, chefe da Mercedes, pois quando Michael Schumacher estava saindo de seu pit stop encontrou os boxes fechados e teve de esperar a luz verde para voltar à pista.
- Existem muitas questões sem respostas que podem ser entendidas de diversas maneiras - afirmou.
Com o encontro as equipes esperam que todos os problemas ocorridos em Valência fiquem para trás.(Lancenet)

Ferrari pede revisão de regras do safety car

Domenicali diz que equipe foi prejudicada pela entrada do carro

Stefano Domenicali, chefe da Ferrari, pediu que a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) faça uma revisão nas regras do safety car para que episódios como o ocorrido no GP da Europa não se repitam.

Na ocasião, quando o safety car estava entrando na pista, Lewis Hamilton, da McLaren, ultrapassou o carro e Fernando Alonso não foi autorizado a passar, prejudicando o piloto que teve de fazer o pit stop junto com os demais carros. Hamilton chegou a ser punido 15 voltas depois.

Domenicali demonstrou-se muito irritado e destacou que quando uma decisão afeta o resultado final e consequentemente a classificação, deve ser reavaliada.

O dirigente ressaltou a melhora da equipe e afirmou que não conseguiram uma posição melhor porque foram atrapalhados pelo safety car.

- Demos um passo à frente, não o suficiente para alcançar a Red Bull, mas em boa direção. Fernando foi o prejudicado da situação. Nossa corrida foi prejudicada por uma situação que não estava sob o nosso controle - disse.

Alonso ficou com a oitava posição na corrida e permaneceu na quinta colocação na classificação da temporada.

Bruno Senna pilotará carro de Ayrton

Em Festival, piloto da Hispania vai conduzir McLaren do tio

Bruno Senna, da Hispania, vai pilotar nesse final de semana um dos carros mais vitoriosos da carreira de seu tio, Ayrton Senna. O piloto foi convidado para participar do Festival da Velocidade de Goodwood, na Inglaterra.
Bruno conduzirá a Mclaren MP4/8-Ford, modelo que em 1993 Ayrton venceu os Grande Prêmios do Brasil, Europa (Donington Park), Mônaco, Japão e Austrália. Em Adelaide que o tricampeão mundial conquistou a última de suas 41 vitórias.

O piloto da Hispania participará pela quarta vez no evento, tendo participado em 2005, com uma McLaren, em 2006 com uma Lotus e novamente com uma McLaren em 2009.

- Não vejo a hora de acelerar o carro. Ele tem um valor sentimental e histórico enorme, por tudo aquilo que representou na história do Ayrton. Foi com ele que ganhou também a sexta corrida em Mônaco - lembrou Bruno.

O brasileiro iniciará suas atividades na pista em subida de Goodwood a partir de sexta-feira. O evento contará com a participação de outros astros da Fórmula 1, como Lewis Hamilton e Jenson Button, ambos da McLaren.
- Devo andar duas vezes por dia até domingo. O MP4/8 é praticamente original. A maior diferença são os pneus, que serão os Avon desenvolvidos especialmente para subidas de montanha - explicou.(Lancenet)

Chevrolet perto de completar um século de existência

Em 1911, surgia a Chevrolet. Fruto da paixão pelos automóveis e da determinação do jovem piloto suíço Louis-Joseph Chevrolet. Nascido em La Chaux-de-Fonds, na Suíça no Natal de 1878, ele foi o co-fundador da marca – que se chamava Chevrolet Motor Car Company of Michigan – ao lado do empresário William C. Durant. Juntos criaram e construíram uma das mais conhecidas marcas de automóveis no mundo, a Chevrolet. No início, o logotipo que estampava o Chevrolet 490, um modelo com motor de 4 cilindros e 20 cv, sucesso de vendas nos EUA, era apenas o nome da marca levemente estilizado.

Três anos mais tarde, em 1914, Louis Chevrolet criaria um dos símbolos mais conhecidos dentro da indústria automobilística mundial: a gravata Chevrolet. A história é imprecisa quanto à fonte inspiradora de Chevrolet. Alguns acreditam que o logo surgiu a partir de um papel de parede de um hotel em Paris. Outros – incluindo sua mulher – afirmam que o logo nasceu inspirado em uma figura impressa em suplemento de um jornal dominical.

“A Chevrolet e sua conhecida gravata evoluíram com o passar dos anos, mas sempre mantiveram a imagem de tecnologia e modernidade”, afirma Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

Hoje, a gravata da Chevrolet é dourada, imponente, e estampa a grade frontal de todos os veículos da marca produzidos a partir de 2003. Mas nem sempre foi assim: o símbolo da Chevrolet já foi azul, vermelho e até preto.

José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil acrescenta: “Os emblemas dos automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. Na Chevrolet, a gravata borboleta traz diversos aspectos da sua história embutidos, capazes de aguçar a curiosidade dos apaixonados por carros. Ela é a identificação do modelo e já faz parte do “DNA” da Chevrolet”, salienta o executivo.

Classic Six: o pioneiro a utilizar a gravata

O primeiro modelo a estampar a gravata Chevrolet foi o Classic Six, em 1914. Quatro anos mais tarde, a marca seria incorporada a General Motors. O mesmo logo presente no Classic Six estampou os modelos da Chevrolet até meados 1930. Ele tinha o fundo azul, com bordas brancas e levava o nome da marca escrito no interior.

Durante os anos 30 até os anos 70, o azul permanecia como a principal cor da gravata. As variações de logo se davam pelas gravatas inseridas dentro de escudos elaborados, como no memorável Chevrolet Bel Air.

Nessa época, surgiram as primeiras variações da gravata, como utilizações em dourado ou em vermelho e azul, mas isto tornou-se mais comum na década dos anos 1970.

Dos anos 1970 aos anos 2000, a Chevrolet usou uma série de cores e tipos de gravata para, estrategicamente, classificar suas famílias de veículos, da seguinte forma:

    * Azul sólido – para carros de passageiro (exceto Cavalier, cuja a logomarca era vazada com a borda azul).
    * Ouro sólido, contrastando com a borda preta – para caminhões, picapes e utilitários esportivos.
    * Borda vermelha – para veículos de alto desempenho

Vermelho: sinônimo de velocidade

Em 1986, um símbolo na cor vermelha apareceu no capô dianteiro do Fórmula Indy V8, equipado com motor da General Motors. Esses bólidos foram destaque nas temporadas da categoria norte-americana nos anos 1980.

Graças à categoria da Fórmula Indy o vermelho transformou-se em símbolo de desempenho e velocidade. Sendo assim, foi a tonalidade predominante nas logomarcas dos carros de alta performance da Chevrolet, tais como o Camaro.

Esse símbolo ficou tão arraigado à marca que a campanha publicitária da época usava o slogan “Vista a Gravata Borboleta Vermelha” (Beware The Red Bow Tie), como se o automóvel com aquela marca também pudesse fazer parte do “vestuário” do consumidor, como uma forma de identificação da personalidade dele.

Duas gerações da gravata dourada

A partir de 2002, a General Motors decidiu padronizar a gravata borboleta, tanto na forma, quanto na cor e textura. Ela se tornou peça fundamental do “DNA” global da Chevrolet. Sua primeira aparição veio na picape SSR, de 2003. No Brasil, o SSR foi exibido no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em 2004.

A primeira geração da gravata dourada já seguia o padrão de “efeito jóia”, uma aparência de maior brilho à logomarca, que remete à imagem de valor, qualidade e robustez a toda uma família de veículos.

A segunda geração da gravata, lançada recentemente, mostrou uma nova evolução. A superfície ganhou textura mais acetinada e as bordas cromadas ficaram mais largas, a fim de reforçar ainda mais logomarca. E que agora está presente em toda e qualquer comunicação que envolva a marca, como este press release, por exemplo.

O piloto que virou marca de automóveis

Durante sua infância, Louis Chevrolet passou o tempo nas aldeias de Bonfol e Beurnevésin, que estavam perto da fronteira francesa. Em 1886, a família de Chevrolet saiu da Suíça para viver em Beaune, na região de Côte-d’Or, onde o jovem Louis, filho de um fabricante de relógios suíços, interessou-se por mecânica.

Como adolescente, chegou a ser guia de uma adega local. Certa vez, impaciente com a decantação lenta do vinho de barril a barril, inventou uma bomba que acelerava o processo – a engenhoca chegou a ser usada extensivamente na Borgonha, famosa região produtora de vinhos da França, durante décadas. Ele também construiu e vendeu a sua própria bicicleta chamada de Frontenac. Esse nome seria mais tarde utilizado para seus carros de corrida.

O primeiro contato com mecânica foi entre 1895 a 1899, na Roblin Mecânica, especializada no reparo de bicicletas e carruagens, onde aprendeu os fundamentos da arte da mecânica.

Louis Chevrolet viveu em Paris durante algum tempo, até migrar para Montreal, no Canadá, em 1900. Sua relação com o automóvel começou a aumentar quando se mudou, aos 21 anos, para Nova York (EUA) onde conseguiu seu primeiro emprego na indústria automobilística. Ali, teve seu primeiro contato com o automobilismo, inicialmente na equipe de mecânicos e, mais tarde, como piloto. Sua estréia nas pistas de Nova York foi maio de 1905, conduzindo um modelo de 90 cv de potência, que atingia a velocidade de 109 km/h.

O interesse de Louis Chevrolet pelos automóveis o aproximou do empresário norte-americano William C. Durant (1861-1947), um próspero comerciante de carruagens que como administrador da Buick, fundara a General Motors Company, em Hudson, Nova Jersey (1908).

Em 1917, Chevrolet vendeu sua parte na companhia para o sócio. No ano seguinte, a empresa passou para a GM, então administrada por Durant. Apesar de sua genialidade mecânica, Louis não era um homem de negócios.

Longe da fábrica, Louis Chevrolet passou, então, a se dedicar exclusivamente aos carros de corrida. No ano seguinte, ele e seu irmão Gaston criam a Frontenac Motor Corporation, para projetar e produzir sua própria linha de carros de corrida.

O melhor resultado de Louis em Indianápolis foi um sétimo lugar em 1919. Naquela corrida ele largou em segundo, liderou boa parte da prova, mas teve problemas. Em 1920, Gaston venceu as 500 milhas de Indianápolis em um carro construído por Louis.

Louis Chevrolet morreu em 6 de junho de 1941 em Detroit e foi enterrado no Holy Cross and Saint Joseph Cemetery, em Indianápolis. Em sua homenagem, um busto foi colocado na entrada do museu do Indianápolis Motor Speedway.

A General Motors, um dos maiores fabricantes de veículos do mundo, tem origem em 1908. Com sede global em Detroit, a GM emprega 205.000 pessoas nas principais regiões do mundo e tem operações em 140 países. A GM, com seus parceiros estratégicos, produz veículos em 34 países, vendendo e proporcionando serviços para estes veículos através das seguintes marcas: Buick, Cadillac, Chevrolet, FAW, GMC, GM Daewoo, Holden, Opel, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da GM é o dos Estados Unidos, seguido de China, Brasil, Alemanha, Reino Unido, Canadá e Itália.

No Brasil a GM fabrica e comercializa veículos com a marca Chevrolet há 85 anos. Em 2009 a Chevrolet registrou recorde histórico de vendas no país com o volume de 595.536 veículos. A companhia tem três Complexos Industriais que produzem veículos em São Caetano do Sul, São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Conta ainda com unidades em Mogi das Cruzes (produção de componentes estampados), Sorocaba (Centro Distribuidor de Peças) e Indaiatuba (Campo de Provas), todas em SP, além de um moderno Centro Tecnológico de Engenharia e Design, em São Caetano do Sul, com capacidade para desenvolvimento completo de novos veículos. A subsidiária brasileira é um dos cinco centros mundiais na criação e desenvolvimento de veículos, nos campos da engenharia, design e manufatura.

Mais informações podem ser encontradas nos sites www.media.gm.com e www.gmnoticias.com.br

Jornalista responsável: Luís Otávio Pires

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Festival de Goodwood - Inglaterra - 2 a 4 de Julho

Hamilton sobre Alonso: 'É tudo choradeira'


Inglês afirma que espanhol deve ficar decepcionado com próprio desempenho e diz que não fez nada

Alvo de acusações da Ferrari, Lewis Hamilton, da McLaren falou pela primeira vez sobre o episódio do safety car no Grande Prêmio da Europa e afirmou que Fernando Alonso está sendo desrespeitoso.

O espanhol e a equipe italiana ficaram furiosos que Hamilton demorou muito para ser punido após ultrapassar o safety car e acusaram a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) de favorecer o piloto.

Quando perguntado sobre a postura de Alonso, o inglês disparou dizendo que é tudo "choradeira" e que o bicampeão mundial está triste com o seu mau desempenho.

- Eu o vi sendo ultrapassado por uma Sauber (Kamui Kobayashi) no telão. É muito incomum para ele ser ultrapassado por uma Sauber, então ele devia estar completamente em outro mundo. Mas eu não entendo por que eu afeitei tanto a corrida dele. Todos têm direito a opinião e ele deve estar decepcionado com seu próprio resultado, mas não fiz nada a ele - falou.

Hamilton denfendeu a regra dos comissários desse ano, que preferem deixar os pilotos competirem do que puni-los, favorecendo para o desempenho da corrida.

- A FIA está fazendo um trabalho incrível porque eles estão nos permitindo correr esse ano - completou.
Com a segunda colocação em Valência, Hamilton continua na liderança do campeonato e soma agora 127 pontos, seis a mais que seu companheiro de equipe, Jenson Button.(Lancenet)

Subcompacto projetado pelo mesmo criador do McLaren F1 é revelado

T.25 leva até três passageiros e pode ser estacionado perpendicularmente.
Minicarro faz 26,1 km/l e roda até 783 km com um tanque de combustível. 

Depois de ficar famoso ao projetar o McLaren F1, esportivo que já foi o mais rápido do mundo produzido em série, Gordon Murray revelou oficialmente nesta segunda-feira (28) na Inglaterra detalhes de sua nova criação: o T.25, um subcompacto de baixo custo e de baixo nível de emissões.

O novo modelo de Murray tem 2.4 m de comprimento, 1,3 m de largura e 1,6 m de altura. Seu tamanho permite que o carro seja estacionado na perpendicular. De acordo com o criador, nessa posição é possível colocar três unidades do T.25 no mesmo espaço de um modelo de porte médio.

O motorista fica posicionado no meio do veículo e outras duas pessoas podem viajar nas laterais, pouco atrás do condutor. O modelo é equipado com motor de 660 cm³ de cilindrada que gera até 51 cavalos de potência acoplado ao câmbio semi-automático de até cinco velocidades. Segundo os fabricantes, o minicarro inglês vai de 0 a 100 km/h em 16,2 segundos.


Por causa da baixa potência e o peso reduzido - apenas 575 kg -, o consumo médio de combustível é de 26,1 km/l e a autonomia chega a 783 km a cada tanque de combustível de 30 litros. O T.25 poderia chegar a velocidade máxima de 156 km/h, mas por questão de segurança ela é limitada a 145 km/h.

O pacote de equipamentos de série inclui freios ABS, airbags frontais e traseiros, controle de estabilidade (ESP) e controle de tração. A suspensão é independente tanto na dianteira quanto na traseira.

De acordo com a Revista Autoesporte, o T.25 poderá ser fabricado no Brasil. A revista afirma que Murray estará no país no mês que vem para definir a possível produção do minicarro inglês para o Mercosul. (Auto Esporte)