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terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Power vence e confirma domínio nos mistos
Australiano dominou a prova em Sonoma; Castro Neves terminou em quinto e foi o melhor brasileiro
Will Power, da Penske, confirmou a superioridade nos circuitos mistos e venceu a etapa de Sonoma da Fórmula Indy deste domingo, seu quinto triunfo na temporada.
O australiano sobrou na pista e chegou a abrir mais de cinco segundos para o então segundo colocado, Dario Franchitti, da Ganassi.
Perto do fim, Scott Dixon, da Ganassi, teve uma excelente arrancada, ultrapassou Franchitti e reduziu drásticamente a diferença para Power, mas não foi o suficiente para ameaçar a liderança e terminou na segunda colocação, à frente de Franchitti.
Helio Castro Neves, da Penske, figurou entre os primeiros colocados durante todo o final de semana, mas terminou na quinta colocação, ficando atrás do companheiro de equipe, Ryan Briscoe.
Entre os demais brasileiros, Tony Kanaan, da Andretti, foi o sétimo colocado, Mario Moraes, da KV, terminou em 11º. Vitor Meira, da A.J. Foyt, ficou com a 15ª posição e Raphael Matos, da De Ferran Dragon, com a 21ª.(Lancenet)
Max Mosley: Ferrari deve perder pontos
Para ex-presidente da FIA, equipe precisa ser punida por ordens
Max Mosley, ex-presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), deu sua opinião sobre o jogo de equipe praticado pela Ferrari no Grande Prêmio da Alemanha e afirmou que o time italiano deveria perder os pontos conquistados naquela ocasião.
Para Mosley, não existe nenhuma evidência que prove a inocência da Ferrari por quebrar o regulamento, mas o ex-dirigente afirmou que não vai interferir na decisão.
- Ambos os carros e pilotos deveriam perder os pontos conquistados no Grande Prêmio da Alemanha. Não vou fazer nenhuma recomendação, mas os fatos apresentados até o momento devem resultar em uma sanção esportiva - disse em entrevista ao jornal "Welt am Sonntag".
A Ferrari foi punida em R$ 175 mil após a prova em Hockenheim e ainda será julgada dia 8 de semtembro em Paris pelo Conselho Mundial da FIA, que é presidida por Jean Todt. Todt, que já comandou a equipe italiana entre os anos de 1993 e 2007, não participará da reunião, mas Mosley garante que não tem relação com o fato de já ter chefiado o time de Maranello.
- Isso não tem nada a ver com a posição de ex-dirigente da Ferrari - garantiu.
Ao contrário da maioria dos dirigentes, Max defende a permanência da proibição do jogo de equipe na Fórmula 1.
- Se você deseja agradar ao torcedor, a proibição do jogo de equipe deve permanecer. Assim, se um time usar das ordens, terá de ser punido de forma severa - completou.(Lancenet)
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Corte de trecho causa polêmica no Sertões
Pilotos que tentavam reação reclamam de encurtamento de etapa
O trecho do Rali dos Sertões entre São Félix do Tocantins (TO) e Balsas (MA) causou desconforto entre os pilotos. Muitos se sentiram prejudicados pelo corte de 300 quilômetros do trecho cronometrado, que vale para a classificação geral. Riamburgo Ximenes, que corre o Sertões há 14 anos, chiou muito:
– A maratona foi comprometida. A segunda parte é a mais importante, e se você não corre 300 quilômetros, perde chance de recuperar tempo. Se para quem está na frente é bom, para quem quer chegar dificulta. Viemos bem, tivemos só um pneu furado. Fomos prejudicados.
O corte de trechos costuma ocorrer em ralis e a organização alegou que quatro equipes de apoio, com seis carros e 26 pessoas, não pôde contornar uma serra por más condições na estrada. Para um caminho alternativo, seria necessário andar 300 quilômetros a mais e o tempo não seria suficiente. Por segurança, a organização encurtou o trecho para 222 quilômetros.
– O Dacar é insano demais. Comparado com o Sertões, é muito pior, mas este ano aqui está bem difícil até pelo equilíbrio entre os pilotos. Em condições normais, bateríamos o Guiga – alfinetou Ximenes, terceiro, a 23 minutos de Spinelli.
Spinelli sabe que para manter a frente, vai precisar correr com cautela, pois este ano o roteiro está difícil e a disputa está acirrada.
– O Sertões tradicionalmente é difícil. Nesta edição a organização escolheu um trecho muito duro. Passar ileso pela maratona é importante, mas faltam dois dias. (Lancenet)
– A maratona foi comprometida. A segunda parte é a mais importante, e se você não corre 300 quilômetros, perde chance de recuperar tempo. Se para quem está na frente é bom, para quem quer chegar dificulta. Viemos bem, tivemos só um pneu furado. Fomos prejudicados.
O corte de trechos costuma ocorrer em ralis e a organização alegou que quatro equipes de apoio, com seis carros e 26 pessoas, não pôde contornar uma serra por más condições na estrada. Para um caminho alternativo, seria necessário andar 300 quilômetros a mais e o tempo não seria suficiente. Por segurança, a organização encurtou o trecho para 222 quilômetros.
– O Dacar é insano demais. Comparado com o Sertões, é muito pior, mas este ano aqui está bem difícil até pelo equilíbrio entre os pilotos. Em condições normais, bateríamos o Guiga – alfinetou Ximenes, terceiro, a 23 minutos de Spinelli.
Spinelli sabe que para manter a frente, vai precisar correr com cautela, pois este ano o roteiro está difícil e a disputa está acirrada.
– O Sertões tradicionalmente é difícil. Nesta edição a organização escolheu um trecho muito duro. Passar ileso pela maratona é importante, mas faltam dois dias. (Lancenet)
Pirelli se diz satisfeita com primeiros testes
Dirigente afirma que companhia está no caminho certo
Após dois dias de testes em Mugello, a Pirelli demonstrou-se satisfeita com o resultado obtido e afirmou estar no rumo certo para substituir a Bridgestone no fornecimento de pneus para a Fórmula 1 em 2011.
Os testes foram feitos com Nick Heidfeld, que assinou com a empresa após ser liberado pela Mercedes, a bordo de um TF109, modelo da Toyota de 2009.
Os dois dias em Mugello ajudaram a Pirelli a avaliar os perfis de seus compostos dianteiros e traseiros, além de suas construções, que será melhor analisada nos próximos testes.
- Esse foi o primeiro passo do nosso retorno à Fórmula 1 e estamos satisfeitos com o desenvolvimento dos pneus e a informação que conseguimos coletar - disse.
Segundo o dirigente, a pista italiana tem as características ideais para que possa analisar e aprimorar os pneus.
- Mugello tem uma superfície muito abrasiva, com curvas de média e alta velocidade, bem como mudanças rápidas de direção, então é bom para melhorarmos nossos compostos. Estamos no caminho certo, com muitas informações para analisar, que é a situação em que esperávamos estar - completou.(Lancenet)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
General Motors entrega documentação para volta à bolsa
Montadora havia deixado o mercado de ações em 2009, na crise.
Venda de papéis poderá começar em novembro próximo.
A General Motors entregou nesta quarta-feira (18) à comissão de valores dos Estados Unidos (SEC) a documentação necessária para voltar a ser cotada na bolsa de Nova York no final do ano. A medida era esperada desde a semana passada, quando a montadora também anunciou a saída do presidente Ed Whitacre, que será substituído em setembro por um dos conselheiros, Dan Akerson.
Não foi divulgado o número de ações que serão ofertadas ao público, nem o preço. A empresa também pretende ofertar ações no Canadá.
A GM abandonou os mercados quando declarou falência em junho de 2009 e passou seu conjunto de ações às mãos das autoridades dos Estados Unidos, Canadá, do sindicato United Auto Workers (UAW) e antigos credores.
O Departamento do Tesouro dos EUA injetou aproximadamente US$ 50 bilhões na GM durante a quebra, por isso controla atualmente 61% das ações.
Segundo o "The Wall Street Journal", o Tesouro também deve oferecer, em um primeiro momento, US$ 10 bilhões em ações da GM, e deve se desprender do resto do conjunto de ações em lances durante os próximos meses. O objetivo da oferta pública de ações é que a montadora se torne, novamente, uma empresa privada.
Venda pode começar em novembro
Na semana passada, o periódico "The Detroit News" afirmou que a GM poderia começar a vender as ações em novembro. No primeiro semestre do ano, a montadora faturou quase US$ 2,2 bilhões. Na última quinta-feira (12), anunciou que seus lucros no segundo trimestre somaram US$ 1,33 bilhão.
Em outro passo da retomada, o novo presidente assumirá o posto de executivo-chefe em 1º de setembro, e, no final do ano, ficará no cargo de presidente do conselho de administração. Akerson é um antigo executivo do mundo das telecomunicações e também ex-diretor da firma de investimentos Grupo Carlyle.(Auto Esporte)
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