terça-feira, 24 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Roubo de Corrente
Se você já deixou o carro sem ligar por alguns dias e quando foi ligar a bateria não deu sinal de vida, ou mesmo de um dia para o outro, pode ser que seu carro tenha um problema muito comum que é o roubo de corrente, principalmente se seu carro for um carro antigo.

A bateria do carro armazena energia necessária para virar o motor de arranque ou motor de partida do carro, se não tiver carga suficiente o motor de arranque não consegue ser acionado isso é por conta do gasto com consumidores, que podem ser desde uma luz do salão que ficou acessa, ou um rádio que ficou ligado, porém temos o problema de roubo de corrente, quando o consumo da bateria com o carro desligado é acima da tolerância que o sistema foi projetado.
A instalação de componentes de forma errada, relés por exemplo, podem ocasionar o roubo de corrente.
Como detectar o roubo de corrente?
Nos carros antigos a medição pode ser feita assim que desligar o carro, nos mais novos existe o Power Latch que alimenta componentes eletrônicos temporariamente com o carro desligado, o tempo varia de acordo com cada sistema, de alguns segundos até 50 minutos, então procure saber se seu carro tem este sistema antes de começar a medição, caso tenha e a bateria for desligada antes deste prazo, poderá ocorrer problemas diversos, chegando até impedir a partida do motor.

Antes disso deveremos ter um multímetro em mãos, existem inúmeros multímetros, desde dos automotivos, de eletricistas profissionais com isolamento forte, até um de R$ 20,00 da lojinha, este serve para ESTA medição, se você não pretende ser um técnico não precisar gastar seu dinheiro com algo caro,um barato já é suficiente.
1º - Colocar o multímetro na escala para a medição, usaremos a escala de 10 A (amperes) corrente contínua.

2º - Colocar as ponteiras de provas nos plugues, a ponteira preta no plugue (Com) e a vermelha no plugue (10A).

Agora solte o borne negativo da bateria faça uma "ponte" entre o cabo negativo e a bateria com a ponta de prova e veja quanto foi o resultado da medição.
Em baterias com capacidade de até 60 Ah a tolerância aceitável é de 40 mA, em baterias de 70 Ah a 100 Ah em torno de 70 mA. Mas em todo caso consulte o manual do fabricante do teu carro para saber o valor correto. De qualquer forma se os valores estiverem muito acima disso, você comprovou que tem um roubo de corrente no teu veículo.
Caso comprove a fuga leve para um eletricista para fazer uma revisão nos conectores, fios e componentes.
Lembre de usar óculos, luvas e jaleco, a bateria é um componente que tem ácido, tensão e pode explodir, sua proteção com EPI sempre!
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domingo, 17 de abril de 2016
GP da China, veja como foi

As disputas começaram durante a largada, Daniel Ricciardo conseguiu tomar a dianteira de Nico Rosberg, Sebastian Vettel tocou no seu companheiro de Ferrari Kimi Raikkonen, o tirando da pista, que o fez perder algumas posições. Enquanto isso, no final da fila, Lewis Hamilton perdeu o bico do seu carro na largada, fechado pelo brasileiro Felipe Nasr, da Sauber.
Na 3ª volta, a Mercedes de Nico Rosbergultrapassou a Red Bull de Daniel Ricciardo por conta de um pneu furado. Os treinos que antecederam a prova de hoje pareciam um presságio quanto aos furos de pneus. Quem não queria saber das confusões eram os carros da Force India, que pularam para a 2ª e 3ª posições.
O Safety-Car ntrou na pista para limpar os detritos deixados pelas colisões, corrida frenética aos boxes para trocar pneus com direito a ultrapassagem do alemão Sebastian Vettel dupla na entrada dos boxes, fez lembrar o Senna com suas tiradas rápidas, lembrando que é proibido em bandeira amarela, que era o caso.
Quem não foi para os boxes é que se deu bem, conseguiram ganhar posições, como o Felipe Massa da Williams e Pascal Wehrlein da Manor. Na 9ª volta foi dada a relargada.
Daniil Kvyat da Red Bull conseguiu ultrapassar Felipe Massa, Vettel ultrapassou a Mclaren de Alonso, que também não tinha parado nos boxes, sem resistência alguma do espanhol.
Vettel não foi punido na ultrapassagem na entrada dos boxes, e sim o também alemão da Force India Nico Hülkenberg, os comissários entenderam que o Nico estava propositalmente lento na frente do pelotão.
Rosberg passeou sozinho na frente enquanto seu companheiro de equipe Hamilton buscou posições, uma atrás da outra, mas parou no braço de Felipe Massa.Na volta 43, Ricciardo conseguiu ultrapassar Hamilton e em seguida o Felipe Massa.
Foi uma corrida e tanto, as posições terminaram assim:
- 1º - Nico Rosberg - Mercedes
- 2º - Sebastian Vettel - Ferrari
- 3º - Daniil Kvyat - Red Bull
- 4º - Daniel Ricciardo - Red Bull
- 5º - Kimi Raikkonen - Ferrari
- 6º - Felipe Massa - Williams
- 7º - Lewis Hamilton - Mercedes
- 8º - Max Verstappen - Toro Rosso
- 9º - Carlos Sainz Jr - Toro Rosso
- 10º - Valtteri Botas - Williams
- 11º - Sergio Perez - Force India
- 12º - Fernando Alonso - Mclaren
- 13º - Jenson Button - Mclaren
- 14º - Esteban Gutiérrez - Haas
- 15º - Nico Hulkenberg - Force India
- 16º - Marcus Ericsson - Sauber
- 17º - Kevin Magnussen - Renault
- 18º - Pascal Wehrlein - Manor
- 19º - Romain Grosjean - Haas
- 20º - Felipe Nars - Sauber
- 21º - Rio Haryanto - Manor
- 22º - Jolyon Palmer - Renault
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Hoje tem Mundo do Rock!
Mundo do Rock chega as 21:00 h dessa sexta com suas três horas de rock!! Não perca! Acesse www.mariarosa.fm.br ou clique aquihttp://www.radios.com.br/ao…/Radio-Maria-Rosa-104.9-FM/13810 o programa é show!!!
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Ebook História do Automóvel - Parte I - Pioneiros
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Você conhece PNEUS?

O pneu faz tempo que deixou de ser um simples "pedaço" de borracha, muita tecnologia é empregada na fabricação dos mesmos.
Assista este vídeo promocional da fabricante Michelin:
As partes do pneu
- (Fonte:www.vianetpneus.com.br)
Banda de Rodagem - É a parte que entra em contato com o solo dividida em três partes - Ranhuras, Sucos e Barras.
Nervura central - Das três é a principal parte, onde ocorre a tração;
Sucos - Ele serve para drenar a água e resfriar os pneus;
Ranhuras - Também serve para o resfriamento dos pneus e diminuir a ressonância.
Talão - São partes de fios de aço com cobre e borracha, tem a função de fixar o pneu na roda.
Cintas de aço - São fios de aço, fazem parte da estrutura da carcaça, ajuda a aumentar o contato com o solo, dando mais estabilidade ao veículo, além de proteger o pneu de perfuração de objetos e alguns veículos esportivos, seus pneus possuem duas cintas.
Parede Lateral - É a parte que trabalha junto com a suspensão do veículo, dando conforto ao motorista e aos passageiros.
Ombro - Seu formato ajuda na estabilidade, principalmente nas curvas.
Encordoamento do Talão - É uma cinta de aço interna, que compõe a estrutura do talão.
Carcaça de Poliéster - É a estrutura que suporta as cintas e as borrachas que compõem o pneu, como se fosso o esqueleto do corpo.
Você já parou para saber o que significa tanta "letrinha" e números no pneu do seu veículo?
Essas letrinhas são códigos que tem muita importância, este código indica seu tamanho, largura, raio da roda, velocidade máxima suportada, capacidade de carga e pressão que o pneu usa.
- (Fonte: Pirelli)
A primeira letra informa o tipo de veículo que deve usar o pneu, P significa passeio. LT (Ligth Truck), para caminhonetes, furgões, SUVs e vans. ST (Special Trailer), usados para carretinhas, reboques e trailers. T são relativamente novos aqui no Brasil, são pneus temporários, usados como estepe, também são usados nos carros guinchados acidentados, quando necessário.
Os números 185/75 se referem a largura de banda de rodagem em milímetros e a altura do pneu respectivamente. Neste caso o pneu tem 185 milímetros de largura com altura de 75% da banda de rodagem.
A letra R indica que o pneu é radial, sua composição tem malha de aço com vergalhões paralelos e outros transversais em relação ao sentido de rodagem, o pneu diagonal, tem a malha de aço em sentido diagonal em relação o sentido de rodagem, os carros mais antigos usavam este tipo de pneu e lembrando que eles não podem ser usados sem câmera de ar.
O número 14 é o raio da roda, medida em polegadas. Quando for alterar as rodas tem que ficar atento ao tamanho do pneu, pois pode alterar o funcionamento desde de velocímetro até componentes eletrônicos.
Além deste números temos o DOT que é a identidade do pneu. Um código alfanumérico que indica o ano de fabricação, semana que foi fabricado, unidade fabril de produção e seu lote.
DOT (Department of Transportation - Órgão que regula os transportes nos Estados Unidos)
DOT Y16L 21T2 3901
Y1 = Fábrica de origem
6L = Medida do pneu
21T = Tipo de capacidade do pneu
2 = Categoria do pneu
39 = Semana de fabricação
01 = Ano de fabricação
Y1 = Fábrica de origem
6L = Medida do pneu
21T = Tipo de capacidade do pneu
2 = Categoria do pneu
39 = Semana de fabricação
01 = Ano de fabricação
(Fonte: http://dicionariodemecanica.blogspot.com.br)
Além disso, temos o índice de cargas e velocidades.
Tabela de índice de carga para pneus de carros, SUVs e motos.
- (Fonte: www.pneustore.com.br)
- (Fonte: www.pneustore.com.br)
Nesta foto temos o pneu com 82V no final o que significa que ele pode suportar uma carga de 475 quilos e uma velocidade de até 240 km/h.
- (Fonte:www.novounoclube.com.br)
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Entre Canários e Pardais
Sexta-feira passada (29/01/16) fui surpreendido no meu trabalho com uma notícia ruim, uma tia que estimo muito sofreu um derrame, por mais que saibamos que a idade é implacável e ela já com mais de 90 complica, ainda mais estando no Brasil, “mérito” que não entrarei aqui neste texto.
Saí ao sábado pela manhã, pois sexta não consegui chegar cedo em casa, cheguei depois das 20 horas do trabalho e até arrumar as coisas e ver o carro seria mais difícil, e com o agravante de me recuperar de um acidente, estou um pouco debilitado para pegar estrada, principalmente a noite, as RJ 116 e RJ 106 são dignas para 4×4 e não para um carro de passeio, mais de 300 km de viagem.
Chegando lá fui para o hotel deixar minhas coisas e logo fui para o hospital, vi minha tia e constatei o sofrimento não só dela como de muitas pessoas em um leito sem ar condicionado, em um calor de quase 40 graus, sobrevivendo pelo trabalho heroico das enfermeiras e médicos.
Presenciei a despedida de uma família com uma paciente, cena triste que nunca sairá da minha cabeça, a mesma faleceu no domingo, pessoas que deveriam estar em uma UTI e não em um simples leito.
E o dia acabou, domingo pela manhã, cansado e triste fui novamente ao hospital, logo depois fui andar um pouco pelas ruas para refrescar minha cabeça, estacionei meu carro e fui para a praça do centro da cidade e fiquei lá sentado, algumas pessoas estavam na mesma praça, aproveitando a sombra, fugindo do sol que castiga o cidadão fluminense. Alguns bêbados, alguns idosos, alguns jovens, democrática pracinha.
Muitos carros transitavam ao entorno da praça, alguns com sons alto, me fez achar estranho, pois o maior privilégio de se morar em uma cidade pequena é poder usar pouco o carro, justamente o contrário que ocorre na cidade e certa hora notei que estava sozinho na praça, um luxo para mim, poder ficar comigo mesmo, ainda que seja por pouco tempo, a solidão nos fortalece, nos faz pensar, nos faz balancear nossas atitudes e escolhas, pensar no misterioso futuro, na vida que levo, quase mecânica e insana.
Foi quando a minha vida relacionada a este pequena cidade passou na minha cabeça como filme, lembro que nos primórdios dos anos 80, meu pai com seu Fuscão nos levava para a casa dos meus avós, para passar 1 semana, olha que eu esperava o ano todo por isso, lá tinham animais soltos, hortas, árvores frutíferas, um sonho que acabou cedo, pois com o falecimento do meu avô, a propriedade foi vendida e com ela foi um pedaço de mim.
Depois nos anos posteriores começamos a ficar na casa desta minha tia que está mal, sempre muito prestativa, não só com a gente, mas com a família toda, minha mãe mesmo morou com ela durante a adolescência, que dívida enorme temos com ela, gratidão é o mínimo que podemos ter com ela, sua vida foi servir aos outros por opção, deste da antiga companhia telefônica até o posto de saúde onde trabalhou até se aposentar, esforço que nosso Estado do Rio de Janeiro faz questão de esquecer como faz com a maioria dos aposentados, logo na hora que eles mais precisam.
Foi quando que notei que não estava mais sozinho na praça, estava cercado de canários e pardais, logo percebi que as respostas para meus questionamentos estava ali diante dos meus olhos, que a simplicidade é o grande segredo para se trilhar neste sinuoso e longo caminho que é a vida.
…
Leandro Sauerbronn
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
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