segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Fla exibe carro da Fórmula Superliga


O Flamengo anunciou oficialmente, a sua participação na nova modalidade do automobilismo, batizada de Fórmula Superliga. O clube é o único sul-americano a participar da competição, que ainda contará com potências como Milan, Porto e Borussia Dortmund. O campeonato será relizado em seis etapas e terá a sua primeira temporada em 2008.

O departamento de marketing do Flamengo fez uma exibição no auditório Rogério Steinberg e tirou todas as dúvidas de jornalistas e conselheiros presentes na apresentação. Os clubes participantes da competição não gastarão um centavo sequer. A organização do evento vai bancar os salários de pilotos e mecânicos e toda a manutenção do carro.

- Os carros serão idênticos no motor, na aerodinâmica. O que vai fazer a diferença é o piloto. Os clubes cederam apenas as suas marcas - explica o vice-presidente de marketing do clube, Ricardo Hinrichsen.

O campeonto deve começar no segundo semestre de 2008 e terá seis etapas, com duas corridas em cada. De acordo com o dirigente do Flamengo, a tendência é que na segunda temporada ocorra um aumento no número de provas, e o Brasil poderia abrigar uma das corridas.
O Flamengo terá direito às receitas de transmissão (TV européia, TV aberta e internet), espaços de publicidade no macacão do piloto e no carro e produtos licenciados com a marca do clube rubro-negro ligados ao evento. O departamento de markting do clube não quis revelar os valores, mas a quantia foi elogiada pelos dirigentes.

- É um valor muito bom. Só posso dizer isso - afirma Ricardo, revelando que o carro será apresentado ao torcedor rubro-negro antes de uma partida no Maracanã.

- Os organizadores estão negociando com outros clubes e está tudo muito bem adiantado. No Brasil, apenas o Flamengo participará dessa competição. Sei que eles estão negociando com um clube da América do Sul (provavelmente o Boca Juniors) e um da América do Norte - afirma o dirigente rubro-negro.

Schumacher fatura o desafio das estrelas


O alemão Michael Schumacher conquistou o título do Desafio das Estrelas de Kart, em Florianópolis, mesmo terminando em sexto lugar na segunda bateria, vencida por Lucas di Grassi. Schumi, que havia sido o vencedor da primeira prova, terminou com 35 pontos, dois a mais do que o vice-campeão Luciano Burti, segundo colocado na última bateria. Di Grassi ficou em terceiro no geral, com 31.


E faltou pouco para Schumi não alcançar mais uma vitória. Largando em oitavo, ele aproveitou a intensa disputa de posições no pelotão para abrir espaço. Chegou a ser segundo e não havia sido ultrapassado ainda, até se atrapalhar com Thiago Camilo e despencar para sétimo. Nas voltas finais, o alemão passou Felipe Giaffone e alcançou posto suficiente para levar mais uma taça para sua vasta coleção.


A segunda bateria foi marcada por muitas disputas acirradas e toques entre os karts. Mas na frente, Di Grassi tomou a ponta logo no início, abriu vantagem sobre os rivais e não foi ameaçado por ninguém. O pódio da segunda prova foi completado por Felipe Massa (terceiro), Rubens Barrichello (quarto) e Marcos Gomes (quinto).



Confira a classificação da segunda bateria:

1º) Lucas Di Grassi (SP), 32 voltas em 22min12s328 (média de 89,75 km/h)
2º) Luciano Burti (SP), a 3s506
3º) Felipe Massa (SP), a 4s579
4º) Rubens Barrichello (SP), a 4s775
5º) Marcos Gomes (SP), a 6s674
6º) Michael Schumacher (D), a 7s087
7º) Felipe Giaffone (SP), a 7s273
8º) Antonio Pizzonia (AM), a 11s157
9º) Tonny Kanaan (BA), a 16s198
10º) Vitor Meira (DF), a 21s943
11º) Enrique Bernoldi (PR), a 23s248
12º) Rodrigo Sperafico (PR), a 24s042
13º) Ricardo Zonta (SP), a 29s616
14º) Pupo Moreno (DF), a 30s973
15º) Luca Badoer (ITA), a 31s273
16º) Popó Bueno (RJ), a 31s416
17º) Nelsinho Piquet (DF), a 1 volta
18º) Ricardo Mauricio (SP), a 1 volta
19º) Tarso Marques (PR), a 1 volta
20º) Thiago Camilo (SP), a 2 voltas
21º) Cacá Bueno (RJ), a 12 voltas
22º) Alexandre Barros (SP), a 13 voltas
23º) Gil de Ferran (SP), a 14 voltas
24º) Xandynho Negrão (SP), a 23 voltas

Melhor Volta: Michael Schumacher, 40s956


Classificação final do Desafio

1º) Michael Schumacher - 35 pontos
2º) Luciano Burti - 33
3º) Lucas di Grassi - 31
4º) Rubens Barrichello - 26
5º) Felipe Massa - 24
6º) Marcos Gomes - 21
7º) Nelson Piquet - 20
8º) Tony Kanaan - 13
9º) Ricardo Zonta - 10
Enrique Bernoldi - 10
Vitor Meira - 10
12º) Felipe Giaffone - 9
Antonio Pizzonia - 8
15º) Rodrigo Sperafico - 4
16º) Ricardo Mauricio - 3
17º) Cacá Bueno - 2
Pupo Moreno - 2
19º) Popó Bueno - 1
Luca Badoer - 1
Tarso Marques - 0
Xandinho Negrão - 0
Gil de Ferran - 0
Alexandre Barros - 0

Museu na Nova Zelândia


Perto de Wanaka, na ilha do sul da Nova Zelândia, um museu de veículos antigos.

Parte dele ficava ao ar livre e as outras em dois grandes pavilhões. Na primeira parte havia, muitos brinquedos.

Na parte externa havia veículos militares e aeronaves, além de uma grande coleção de caminhões de bombeiros.

O Museu tinha muita coisa, desde miniaturas, passando por brinquedos de crianças, carros antigos, motos e até veículos de grande porte.

O museu se chamava Wanaka Tranport & Toy Museum. Tinha coisas de porcelana até tanques de 52 toneladas.

Havia mais de 14 mil itens. Poderia ter uma área 100 vezes maior para poder apresentar melhor aquelas relíquias.

Provavelmente o maior museu privado da Nova Zelândia. Com mais de 30 anos, foi aberto ao público em 26 de Dezembro de 1995.

No início possuía: 25 veículos militares e de guerra, 15 tipos diferentes de engenhos de bombeiros, 35 motocicletas, 30 caminhões e tratores, 10 aviões, 20 carros a pedal, 60 Carros antigos, 300 brinquedos nativos e 8000 modelos e brinquedos.

Além disso, também tinha carros puxados com cavalos (charretes), carros de brinquedos elétricos ou a pedal, caixas registradoras de dinheiro, telefones, entre muitos outros itens.

Fica aberto sete dias por semana, das 8h e 30min às 17h. Quem quiser pode agendar horário.

No verão, o museu pode aumentar seu horário de funcionamento.

Nos fundos tem uma área para piquinic de onde pode se ver todas as peças que estão expostas, como os veículos militares e de guerra, além dos aviões e carros de bombeiros.

Em todo museu é permitido o uso de câmeras fotográficas e de vídeo, inclusive flash.

O lugar tem um planejamento para emergência e incêndio, além de suportar até 400 pessoas dentro da estrutura atual.

Alguns itens interessantes como armamento antiaéreo da China, Bi-plano AN-2 Antonov da Rússia, Carro Solar Kiwi, que competiu em 1990 na Austrália, correndo de Darwin até Adelaide, e outras curiosidades como brinquedos de crianças, carros de corridas antigos, motocicletas dos mais diversos modelos e tipos, o primeiro avião construído pela escolas de meninas de Rangi Ruru Girls School, chamado de Team Max-103, podem ser vistos no local.

Mas o que mais me chamou atenção foram os carros de bombeiros. Pode se ver a preocupação com a diversidade de modelos e os muitos engenhos.

Gostei também de ver as motos, pois tinha muitos modelos ingleses, que no Brasil se conhece muito pouco, assim como os carros antigos.












Fonte: Nei Eugenio Maldaner
Cidade: Wanaka - NZ-EX
Fotos: Nei Eugenio Maldaner

Chevrolet lança Captiva na Argentina


Dos seis países da América do Sul onde a General Motors está presente, apenas um não tem o Chevrolet Captiva à venda: o Brasil. A Argentina foi a última nação, das cinco, a lançar o modelo, que vai para lá importado da Coréia do Sul. A primeira aparição do modelo em terras sul-americanas ocorreu no Chile. Em seguida vieram Venezuela, Equador e Colômbia. Com tantos lançamentos no continente, tudo indica que a próxima parada do Captiva seja no Brasil.

Ainda não há uma informação oficial da General Motors, mas tudo indica que ele estará à venda a partir do primeiro trimestre de 2008. Motivos de sobra a subsidiária norte-americana tem para investir nesse próximo lançamento. O mercado de utilitários-esportivos pequenos, para a marca, continua de mal a pior.

A Chevrolet Blazer não teve o mesmo sucesso que a picape S10 conquistou com a última reestilização. O veículo emplacou apenas 1.697 unidades até a primeira quinzena de novembro. Já o Chevrolet Tracker, revitalizado depois que foi encostado por um tempo, emplacou 5.326 unidades.

Outro incentivo extra é a tentativa de “abater” o Hyundai Tucson, cujo sucesso crescente só deve aumentar quando ele passar a ser fabricado na planta da Hyundai no Brasil, em 2008. Ele, que chegou de mansinho, importado pela Caoa, é hoje o terceiro utilitário pequeno mais emplacado do país: cerca de 10 mil unidades em 2007.

O Tucson perde apenas para o Ford EcoSport e para o Mitsubishi Pajero. Vale lembrar que a marca de Catalão, Goiás, tem três versões completamente diferentes de Pajero: TR4, Sport e Full.

Desenvolvido exclusivamente para o mercado europeu, o Chevrolet Captiva foi criado sobre a plataforma do Opel Antara, que teve a sua primeira aparição no Salão de Paris, em setembro de 2006.

Todo o desenho do Captiva foi feito nos estúdios da General Motors da Coréia do Sul. O motor é um turbodiesel de 2,0 litros com 16 válvulas que gera 150 cv de potência máxima a 4.000 rpm e torque de 32,6 kgm a 2.000 rpm.

Com tração integral permanente e motor dianteiro, as transmissões oferecidas são automática ou manual, ambas de cinco velocidades. Por fora, o Chevrolet Captiva tem um desenho robusto, aliado a um conjunto óptico envolvente. As rodas de liga-leve são de aro 17”.

Como equipamentos de série o Captiva oferece volante forrado em couro, assento do condutor com regulagem elétrica, porta-objetos, comando de velocidade cruzeiro, sistema de toca-CD com leitura de MP3, espelhos com regulagem elétrica e ar-condicionado.

Com uma distância entre-eixos de 2,71 m, o interior do Chevrolet Captiva se destaca por apresentar funcionalidade e espaço suficiente para sete pessoas, além do motorista, com uma terceira fileira de bancos. Quando ela é rebatida, a capacidade do porta-malas atinge 1.705 l. Porém, sem rebater os bancos, esqueça o porta-malas: restam apenas 85 l apenas. As dimensões externas são: 4,63 m de comprimento; 1,85 m de largura; e 1,72 m de altura.
(Yahoo)

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Opala V8 com motor Dodge de 340 polegadas


Opala 1981, a abertura do capô denuncia as intenções deste brinquedo


Capricho nos acessórios, notem o módulo Fuel Tech



Bancos concha, não só para as ruas, mas também para as pistas.



Motor V8 Dodge com 340 polegas cúbicas totalmente preparado com cerca de 450 cavalos

Completamente liso de lata, certamente um lindo e único carro

BMW M5 quebra record de velocidade para carro movido à Gás Natural

O M5 modificado ficou com 552 cv, atingindo uma velocidade de 318,1 km/h, o record foi quebrado numa pista no sudeste da Itália na pista de Nardo.


Com o motor com 10 cilindros em V do novo BMW Série 3 coupe chega a 100 km/h em 4.6 segundos e a 200 km/h em 13.9 segundos e é um carro-verde com 15 % menos de emissões de poluentes.


O carro é um projeto da AC Schnitzer com o nome de GP3.10 GAS e servirá de base para novos modelos.


Fiat 500 é eleito o carro do ano na Europa


Com um juri composto de 58 repoteres automotivos de 22 países o Fiat 500 foi eleito o carro do ano de 2008 na Europa, ele ficou com 385 pontos, em segundo ficou o Mazda 2, modelo hacthback com 322 pontos e em terceiro ficou o Novo Ford Mondeo com 202 pontos.

Veja os vencedores dos anos anteriores:

2007 FORD S-MAX
2006 RENAULT CLIO
2005 TOYOTA PRIUS
2004 FIAT PANDA
2003 RENAULT MEGANE
2002 PEUGEOT 307
2001 ALFA ROMEO 147
2000 TOYOTA YARIS
1999 FORD FOCUS
1998 ALFA ROMEO 156
1997 RENAULT MEGANE SCENIC
1996 FIAT BRAVO / BRAVA
1995 FIAT PUNTO

A História de um Símbolo

Käfer, Coccinelle, Escarabajo, Maggiolino, Fusca, Beetle, Bug...

O Volkswagen Sedan é um daqueles automóveis que dificilmente passam sem despertar uma emoção - seja paixão ou até ódio.


Para alguns um projeto arcaico, para outros um projeto eterno, feito pra durar; o Fusca, feito a principio à pedido de Hitler a Ferdinand Porsche, o velho "beetle" foi nomeado Volkswagen, que como todos sabem, provem do idioma alemão e seu significado é "Carro do Povo".


Depois foi nomeado "Volkswagen Sedan", e partindo de um apelido nascido no Brasil, acabou sendo nomeado oficialmente aqui no Brasil como "FUSCA".

Como bons fuscamaníacos, tentaremos relatar um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século.
Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha.

O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo.
Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter,também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção.

Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais.

Lançado oficialmente em 1935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.

Daí, as evoluções foram constantes.
Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo "rosca sem fim", evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras.

Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em 1937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série.



Em 1939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas.

Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída


Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen.

Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu "adotar" o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada.


Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc.

Em 1946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação.

Em 1948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA.



Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original.


Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.

Em 1951, havia duas janelas repartidas na parte traseira, embora continuar sem os "quebra-ventos". Mas em 1953, o fusca surgia com "quebra-ventos" nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval.

Neste mesmo ano o fusca começou a ser montado no Brasil.

Em 1959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil.


Em 1960 o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseira, juntamente com as luzes de freio e lanterna, e também a saída de escape passa a ser dupla.



E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de "seco" para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então.



Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.


Em 1970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc essa com 52 cv (SAE) de potência.


Carinhosamente apelidado de "Fuscão". Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira.

Mais mudanças vieram em 1973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1974.

O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação.

As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e 1.500.

Em 1975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel, espelhos retrovisores, e outras (estéticas).

Em 1978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então.

Em 1979 as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de "Fuscão Fafá". Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o "Super-Fuscão" desaparece. Adotaram o nome oficial de "FUSCA". Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio "Life-Time"(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).


Mais no ano seguinte, portanto em 1984, muda tudo. A versão 1300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.

Mais foi no ano de 1986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos.


Na segunda fase de 1993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.

Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho/1996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro.


Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão "FUSCA OURO", onde os últimos 1500 proprietários de fuscas "novos" tem seus nomes guardados em um "Livro de ouro da VW." Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.

Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda ser fabricado até hoje sem interrupções.


Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o "querido carrinho" fez por merecer.

E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche.

(Fusca Clube do Brasil)

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Não haverá piloto com tratamento desigual em 2008 na Ferrari


O diretor técnico da Ferrari, Luca Baldisserri, garantiu que os dois pilotos da equipe italiana, o brasileiro Felipe Massa e o atual campeão da Fórmula 1, o finlandês Kimi Raikkonen, terão o mesmo tratamento na temporada de 2008.

“Os dois pilotos terão que começar do zero em 2008. A hierarquia dentro da equipe será decidida durante a temporada, como foi quando o (Michael) Schumacher e o (Rubens) Barrichello corriam aqui. Em 2004, os dois começaram a temporada muito bem, mas o Michael venceu as cinco primeiras etapas”, afirmou Baldisserri.

O alemão Michael Schumacher terminou a temporada de 2004 como o campeão, com 148 pontos, 34 a mais do que o brasileiro Rubens Barrichello, segundo colocado.

Land Rover lança Defender edição de 60 anos


Para comemorar seu aniversário de 60 anos, a Land Rover lançará uma versão exclusiva de seu modelo mais clássico, o Defender. A edição especial SVX chega no início de 2008, com preços a serem anunciados em dezembro deste ano.

A montadora anunciou que esta versão do Defender é a mais luxuosa já produzida, acompanhada por diversos novos acessórios, sem perder suas principais características de ferramenta de trabalho. O utilitário é pintado em preto metálico com decalques em tom escuro, e recebeu novas tubulações nos degraus laterais, grades dianteiras e lentes para os faróis de LED. O interior traz bancos Recaro exclusivos, sistema de áudio com USB, porta-iPod e sistema de navegação por satélite Garmin.

São duas versões disponíveis: perua e jipe. A segunda conta com tubulações de proteção em alumínio que podem ser cobertas por uma capota de tecido preto feita à mão. Serão 200 unidades produzidas e cada uma delas será acompanhada por uma placa indicativa com numeração.
(Land Rover)