terça-feira, 4 de novembro de 2008

Trocar gasolina por álcool não compensa em 10 estados e no Distrito Federal

Dados divulgados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), na segunda-feira (3), mostram que, em outubro, em 10 estados e no Distrito Federal não compensava para o motorista trocar a gasolina pelo álcool na hora de abastecer o carro.

No décimo mês do ano, todos os brasileiros do Sul e Sudeste poderiam trocar a gasolina pelo álcool sem ter prejuízos. Já em alguns estados do Norte e Nordeste isto não foi possível, devido ao preço e rendimento de cada combustível.

Detalhamento

Para a troca compensar, é necessário que o preço do álcool seja de até 70% em relação ao da gasolina. Veja, na tabela abaixo, a proporção das localidades onde a substituição é sinônimo de prejuízo:

Levantamento de preços*
Estado Álcool Gasolina Proporção
Acre (Norte) R$ 2,08 R$ 2,94 71%
Amapá (Norte) R$ 2,33 R$ 2,61 89%
Amazonas (Norte) R$ 1,78 R$ 2,44 73%
Ceará (Nordeste) R$ 1,80 R$ 2,53 71%
Distrito Federal (Centro-Oeste) R$ 1,73 R$ 2,45 71%
Paraíba (Nordeste) R$ 1,86 R$ 2,46 75%
Pará (Norte) R$ 2,12 R$ 2,77 76%
Piauí (Nordeste) R$ 1,92 R$ 2,61 74%
Rio Grande do Norte (Nordeste) R$ 1,94 R$ 2,67 73%
Roraima (Norte) R$ 2,15 R$ 2,71 80%
Sergipe (Nordeste) R$ 1,89 R$ 2,52 75%

Fonte: ANP
* Por litro

Atenção

Vale lembrar que os preços calculados pela ANP tratam-se de uma média, portanto, pode haver alteração de valores conforme o posto.

Desta maneira, o ideal para economizar é que os proprietários de veículos bicombustíveis façam as contas antes de abastecer, dividindo o preço do litro do álcool pelo da gasolina, sendo que o resultado deve ser inferior a 0,7.

Tendências

Diante da possibilidade de escolher o combustível mais barato, os brasileiros estão cada vez mais adquirindo carros biocombustíveis , sendo que 87,1% dos automóveis nacionais e importados vendidos no país, no mês de setembro, eram flex, de acordo com pesquisa divulgada pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos e Automóveis).

Loeb, campeão mundial de rali, fará testes na Red Bull


O francês Sebastien Loeb, que conquistou o pentacampeonato mundial de rali no domingo, participará dos testes da Fórmula 1 em Barcelona, nos dias 17, 18 e 19 deste mês. Maior vencedor da história do WRC, ele pilotará o carro da Red Bull.

"Estou muito feliz com esse presente que a Red Bull me deu para celebrar meu título", afirmou Loeb. O teste será o segundo do piloto na Fórmula 1 - em 2007 ele participou de uma sessão promocional com a Renault.

Desta vez, no entanto, o francês terá a seu lado outros pilotos da categoria. "As circunstâncias mudaram desta vez. Estarei na pista com todos eles e será um teste oficial. Espero não fazer feio!", brincou.

Loeb fez questão de deixar claro que, apesar do teste na Fórmula 1, não pensa em mudar o rumo da carreira. "Para acabar com todas

Towner volta ao Brasil


Modelo é importado pela CN Auto, assim como a 'irmã maior' Topic.
Empresa serve cachorro-quente no Salão do Automóvel de São Paulo.

Os importadores da CN Auto foram à China atrás de um modelo de minivan e outro de van para vender no Brasil. Até então, nada de novo, afinal não param de chegar modelos chineses ao mercado nacional. Mas a empresa traçou uma estratégia de marketing interessante para tentar se sobressair nesse novo nicho de mercado ocupado pelos carros chineses: comprou os direitos dos nomes de dois modelos que se consagraram na década de 90: Towner e Topic.

Isso mesmo, os modelos que se tornaram referência entre os perueiros, tintureiros e “dogueiros” estão de volta e podem ser vistos no Salão do Automóvel de São Paulo. Eles não têm nada a ver com aqueles vendidos pela Asia Motors, a não ser os nomes e tipos de carrocerias. Os carros são outros, mais modernos (como não poderiam deixar de ser, afinal já faz mais de 15 anos...), mas tão funcionais quanto os “originais”.

A CN Auto, empresa responsável pela importação e distribuição dos utilitários já trouxe ao Brasil 1,1 mil carros de um lote de 3 mil previsto para este ano. E mais: já diz ter vendido 300 unidades dos veículos só no primeiro mês. “Já somos a marca chinesa mais vendida no Brasil e temos preços 20% menores que os da concorrência”, afirma o diretor comercial da importadora Higidio da Silva Neto.


A Towner é fabricada pela montadora chinesa Hafei Motor, tem motor 1.0 a gasolina com 48 cavalos de potência, vai custar a partir de R$ 24 mil e será oferecida nas versões picape, furgão e passageiro.

á a Topic, produzida pela Shenyang Brilliance Jinbei, tem preço inicial de R$ 56 mil. O motor 2.2 de 102 cavalos é bicombustível de fábrica (gasolina e gás). A versão de passageiro tem capacidade para sete pessoas, mas também será oferecida nas configurações escolar e furgão.

“As marcas Towner e Topic conquistaram muitos fãs em nosso país e, ao saber que seriam relançadas, muitos consumidores demonstraram interesse na compra”, diz Higino.

A CN Auto vai operar com quatro revendas na Grande São Paulo.

Até o final do ano, a distribuidora irá inaugurar outras três revendas no interior de São Paulo e outras em cada uma das seguintes capitais: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória.

Para comemorar a volta da Towner ao Brasil, o modelo preferido pelos “dogueiros” da década de 90, o estande da marca no Salão do Automóvel estará distribuindo 30 mil cachorros-quentes durante o evento. “É uma maneira de chamar a atenção do público e comemorar o retorno da Towner”, diz o importador.




segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Rodovias de SP terão 61 novos pedágios e preço até 422% maior


Custos de viagens vão subir com construção de praças e cobrança nos dois sentidos; governo diz que tarifa será mais bem distribuída

O governo estadual comemorou na semana passada os deságios de até 55% obtidos nos leilões de cinco trechos de rodovias. Porém, os gastos com pedágios vão subir até mais de 420% para os motoristas que utilizam as estradas concedidas.

A implantação de 61 praças - hoje existem 13 - e a cobrança nos dois sentidos vão pesar no bolso do usuário, segundo a Folha de S.Paulo, que obteve os novos valores dos pedágios, calculados pela Agência Reguladora de Transporte do Estado (Artesp).

No trecho Leste da Marechal Rondon, entre Laranjal Paulista e Bauru, o motorista, que hoje gasta R$ 7,20 na ida e na volta, terá de reservar R$ 37,60 para os pedágios, um aumento de 422,2%.

Em outro trecho leiloado da Marechal Rondon, o Oeste, haverá no começo uma redução de R$ 26,50 para R$ 24,50. Entretanto, após o cumprimento do programa inicial de investimentos, a BR Vias poderá implantar mais praças e o custo total no trecho chegará a R$ 50,40.

Na Raposo Tavares, que liga Bauru, Ourinhos e Presidente Prudente, o valor da viagem de ida e volta passará de R$ 9,20 para R$ 43,80 por eixo. Pela rodovia D. Pedro 1º, entre Campinas e Jacareí, a tarifa total subirá de R$ 17,20 para R$ 30,60.

Apenas no corredor Ayrton Senna-Carvalho Pinto haverá economia para os motoristas. O custo da viagem de ida e volta baixará de R$ 27 para R$ 13. A redução faz parte da estratégia do grupo gaúcho Triunfo, vencedor da licitação, para atrair o tráfego da rodovia Presidente Dutra.

As novas praças serão implantadas até meados do ano que vem.

E o Governador de São Paulo ainda quer ser Presidente, privatizando tudo, depois vai inventar imposto sobre o ar consumido, absurdo.

Congratulations! F1 Champion 2008

Campeão no segundo ano, Hamilton iguala Villeneuve

Inglês precisou de pouco tempo para ser campeão do mundo


Além de conquistar o seu primeiro título na Fórmula 1 e de ser o mais jovem campeão mundial da história, o inglês Lewis Hamilton conseguiu outra proeza: tornar-se o terceiro piloto a faturar o campeonato em sua segunda temporada.

Antes da Hamilton, apenas Juan Manuel Fangio, em 1951, e Jacques Villeneuve, em 1997, venceram o Mundial no segundo ano que disputaram a categoria. É preciso levar em conta, entretanto, que Fangio foi campeão no segundo ano de existência da própria F-1.

Veja os pilotos campeões com menos temporadas na história*:

1951 - Juan Manuel Fangio** (Argentina) - duas
1997 - Jacques Villeneuve (Canadá) - duas
2008 - Lewis Hamilton (Inglaterra) - duas
1952 - Alberto Ascari (Itália) - três
1967 - Denny Hulme (Nova Zelândia) - três
1972 - Emerson Fittipaldi (Brasil) - três
1961 - Phil Hill (Estados Unidos) - quatro
1963 - Jim Clark (Escócia) - quatro
1976 - James Hunt (Inglaterra) - quatro
1981 - Nelson Piquet (Brasil) - quatro
1994 - Michael Schumacher (Alemanha) - quatro
2005 - Fernando Alonso (Espanha) - quatro

*não entra na estatística Giuseppe Farina, campeão da primeira temporada da Fórmula 1
**o argentino foi campeão no segundo Mundial da história

Bruno Senna fará teste com a Honda este mês


Brasileiro comemora oportunidade de testar um carro de Fórmula 1


O brasileiro Bruno Senna, vice-campeão da GP2 este ano e sobrinho do lendário Ayrton Senna, tem tudo para estrear na Fórmula 1 já na temporada de 2009. Senna fará seu primeiro teste em um F-1 com a Honda, entre os dias 17 a 19 de novembro, no circuito da Catalunha, Barcelona.

O chefe da Honda, Ross Brawn, afirmou que tem expectativas em um bom desempenho do brasileiro.

- Estamos muito felizes em dar ao Bruno a oportunidade de testar conosco neste mês. Após um ano impressionante na GP2, esta será uma oportunidade para que o Bruno prove que está pronto para dar o passo adiante à Fórmula 1 - afirmou.

Já Bruno Senna não escondeu a felicidade de poder pilotar um F-1 e diz que é um sonho que está se realizando.

- É claro que estou muito empolgado em ganhar meu primeiro teste na Fórmula 1 e ter esta oportunidade com a Honda é a realização de um sonho. Estou animado em andar no carro daqui a duas semanas, mas sei que esta é uma grande oportunidade. Por isso, quero aprender o máximo que puder antes de chegar em Barcelona. Espero mostrar à equipe o que posso fazer, por isso está nas minhas mãos fazer um bom trabalho - comemorou o brasileiro.

Felipe Massa lamenta: 'Estava tudo perfeito'


Brasileiro da Ferrari perde o título da Fórmula 1 na última volta em Interlagos


Lewis Hamilton superou o brasileiro Felipe Massa na disputa pelo título da Fórmula 1. Na última volta em Interlagos Hamilton ultrapassou o alemão Timo Glock e garantiu o quinto lugar em Interlagos, posição que lhe garantia o título independente do resultado de Massa, que venceu a corrida.

- Foi uma corrida fantástica, com muitas dificuldades por causa do tempo e da chuva. Estou orgulhoso pela corrida, pela equipe, as pessoas que me apoiaram. Estava tudo perfeito mas no fim o Hamilton passou o Glock. Fizemos tudo certo. Perder por um ponto faz parte da corrida. Foi um dia muito emotivo - disse Massa na entrevista coletiva.

Hamilton se tornou o campeão mais jovem da História da Fórmula 1, com 23 anos. E garantiu o título com um ponto de vantagem para Massa, que comentou a corrida.

- Vencer uma corrida na frente da sua torcida é especial. Ganhamos o Mundial de Construtores, infelizmente não o de Pilotos. Temos que sair daqui com a cabeça erguida, orgulhosos, e comemorar - completa Massa.

Joint Tactical Light Vehicle



Programa JLTV - fase de desenvolvimento

O Exército dos EUA anunciou a outorga de três contratos para a fase de desenvolvimento do Veículo Tático Conjunto Leve - JLTV ou Joint Tactical Light Vehicle. São três contratos que juntos atingem um valor de US$ 166 milhoes e foram outorgados as empresas BAE Systems Land & Armament Systems – Ground Systems Division, de Santa Clara (Califórnia); General Tactical Vehicles (Joint Venture da General Dynamics Land Systems, Inc. e AM General, LLC), de Sterling Heights (Michigan) e a Lockheed Martin Systems Integration, Owego de Owego (Nova Iorque).

O JLTV é um programa conjunto do Exército, Fuzileiros Navais e o comando de Operações Especiais, onde o Exército foi designado a agência líder do programa.

A família de veículos JTLV irá fornecer às forças um veículo com equilibrio em três fatores chave: desempenho, carga útil e de proteção e ainda aerotransportavel, com mobilidade expedicionária.

O JLTV ira substituir parte da frota de Humvees hoje em servico, mas não será o substituto direto desse veiculo.

A fase de desenvolvimento deve durar 27 meses, período no qual cada empresa deve desenvolver sete protótipos de veículos, representando as três categorias exigidas pelo programa JLTV. Cada empresa deve desenvolver um reboque que satisfaça os mesmos requisitos do veiculo.

As três categorias do JLTV terão diversas configurações como transporte de infantaria, reconhecimento, comando e controle, plataforma de mísseis anticarro, ambulância etc.

Com os protótipos, as empresas devem demonstrar uma “família de veículos”, em três categorias de peso e capacidade de carga.

Ainda não há uma quantidade determinada de veículos a serem adquiridos, mas o pedido de propostas projeta uma produção de cerca de 60.000 veiculos.


(Blog das Forças Terrestres - http://www.forte.jor.br/)

domingo, 2 de novembro de 2008

Seat não confirma vinda para o Brasil


Único modelo no Salão de São Paulo é o Altea Freetrack.
Presidente da VW do Brasil estuda a volta da marca espanhola.

A expectativa era grande para que no Salão do Automóvel de São Paulo a Volkswagen anunciasse a volta da marca espanhola Seat ao Brasil. Não foi desta vez. Porém, a montadora alemã já começa a ‘ressuscitar’ a Seat da mente do consumidor brasileiro e expõe um modelo no salão, o utilitário esportivo Altea Freetrack XL 4X4.

O SUV é equipado com motor 2.0 turbo de 200 cavalos de potência a 5.100 rpm. O modelo vem com o sistema ‘Hill Hold Control’, dispositivo que mantém por dois segundos os freios acionados em locais inclinados, para que o condutor tenha tempo de tirar o pé do pedal de freio para voltar a acelerar.

Segundo o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, a volta da marca é estudada pela empresa. "A Volkswagen tem nove marcas. Estudamos com muita cautela a volta da Seat, mas há a possibilidade”, afirma.

Na opinião de Schmall, o mercado de veículos no Brasil crescerá ainda mais e, por esse motivo, mais concorrentes entrarão na disputa pelo consumidor. "Ganharão participação de mercado aqueles que tiverem multimarcas. Somente a Volkswagen possui nove marcas", diz Schmall.

Seat no Brasil

A marca espanhola Seat chegou no Brasil em 1995, em meio à febre de importações que aconteceu naquele ano no país. O primeiro modelo foi o sedã Cordoba. Logo depois, a Volkswagen investiu em uma rede de concessionárias da marca e trouxe o hatch compacto Ibiza.

Mesmo com a forte alta do dólar em 2000, a Seat tentou se sustentar no Brasil e até a anunciou, em 2002, o hatch Leon e o sedã Toledo. Porém, os dois modelos não chegaram ao Brasil.

A partir desse ponto, a Volkswagen parou de investir na marca e a deixou em “estado latente” no país. Quem tiver interesse em conferir o que foi a Seat no Brasil, o site oficial ainda existe, embora desatualizado - as últimas notícias se referem ao Salão do Automóvel de São Paulo de 2002.


(G1)