domingo, 13 de julho de 2008

Hot Rods



Harley-Davidson inaugura museu nos EUA

Exibição traz modelos de máquinas produzidas desde 1903.
Também é possível conferir os componentes desmontados das motos.




Castroneves crava pole na Indy em Nashville


O brasileiro Hélio Castroneves, da equipe Penske, garantiu a pole position para o GP de Nashville, 11ª etapa da Fórmula Indy, que será realizado neste sábado à noite. O vice-líder do campeonato foi seguido pela norte-americana Danica Patrick. Já Tony Kanaan, que fez o segundo melhor tempo nos treinos livres, largará em sétimo.


Kanaan destacou a mudança de comportamento do seu carro no oval de concreto com extensão de 1,33 milhas durante a sessão ficial. "Precisamos mexer um pouco no nosso acerto, sendo mais agressivo, pois realmente perdemos bastante na saída da curva 4", explicou.


O brasileiro admitiu que a ordem de classificação o prejudicou, pois foi ele quem iniciou a disputa.

"Nós tivemos um pouco de desvantagem por ser o primeiro carro a ir à pista. Foi justamente o contrário de Richmond, quando fui um dos últimos a classificar e consegui a primeira posição. São coisas que acontecem. Gostaria de ter conquistado a pole no dia que o 7-Eleven faz aniversário de 81 anos, mas espero recompensá-los com a vitória", emendou Kanaan.

A 11ª etapa da Fórmula Indy 2008 será realizada às 21h (de Brasília).


Confira o grid de largada da Indy:

1. Hélio Castroneves (BRA/Penske)
2. Danica Patrick (EUA/Andretti-Green)
3. Hideki Mutoh (JAP/Andretti-Green)
4. Ryan Hunter-Reay (EUA/Rahal-Letterman)
5. Scott Dixon (NZL/Ganassi)
6. Dan Wheldon (ING/Ganassi)
7. Tony Kanaan (BRA/Andretti-Green)
8. Ed Carpenter (EUA/Vision)
9. Ryan Briscoe (AUS/Penske)
10. Graham Rahal (EUA/Newman-Haas-Lanigan)
11. Marco Andretti (EUA/Andretti-Green)
12. Buddy Rice (EUA/Dreyer & Reinbold)
13. Justin Wilson (ING/Newman-Haas-Lanigan)
14. Will Power (AUS/KV)
15. Vitor Meira (BRA/Panther)
16. Milka Duno (VEN/Dreyer & Reinbold)
17. Oriol Servia (ESP/KV)
18. Darren Manning (ING/Foyt)
19. Enrique Bernoldi (BRA/Conquest)
20. Mário Moraes (BRA/Dale Coyne)
21. Marty Roth (CAN/Roth)
22. AJ Foyt IV (EUA/Vision)
23. Bruno Junqueira (BRA/Dale Coyne)
24. Jaime Câmara (BRA/Conquest)

Hoffmann e Bonifácio levam 7ª etapa da GT3


Um problema na parte eletrônica do Ford GT, que originou um toque de Xandy Negrão com o retardatário Allam Khodair quando restavam apenas seis voltas, roubou a vitória dos líderes do campeonato na 7ª etapa da GT3 Brasil, disputada neste sábado em Interlagos e conquistada pelo veterano Ingo Hoffmann e seu companheiro Paulo Bonifácio.


Mesmo obrigado a parar nos boxes para trocar o pneu dianteiro direito furado no choque, Xandy cruzou a linha de chegada em 7º e somou os dois pontos que o mantêm na ponta da tabela ao lado do parceiro Andreas Mattheis. Lico Kaesemodel e Alceu Feldmann terminaram em segundo e Ricardo Rosset e Walter Salles chegaram em terceiro.


Foi uma prova com praticamente dois personagens - o Ford GT dos poles Xandy e Mattheis e o Lamborghini Gallardo de Ingo e Bonifácio, que fecharam a primeira fila do grid da abertura da rodada dupla deste fim de semana. Boni largou melhor e assumiu o comando da corrida, sempre perseguido de perto por Mattheis e bem mais a distância por Lico e Salles. Na 12ª volta, Mattheis conseguiu superar Boni, mas não conseguiu ampliar a vantagem para além de dois segundos.


Pouco depois, quando os carros entraram juntos para a obrigatória troca de pilotos, Xandy saiu à frente de Ingo, rechaçou a tentativa de ultrapassagem na freada da reta oposta e passou a construir uma confortável margem média de seis segundos sobre o astro da Stock Car.


"Comecei a sentir uma falhação desde a volta anterior e ela aumentou quando eu fazia a curva. Estava relatando o problema à equipe pelo rádio e não percebi que o Khodair estava tentando me passar por fora. O furo no pneu foi uma pena, porque passei a controlar o carro mesmo com aquela falhação. Meu ritmo não era o mesmo, mas certamente terminaria mais bem-colocado", lamentou Xandy.


A Equipe Medley iniciou a investigação das causas do problema assim que o Ford GT retornou aos boxes. A pane, de qualquer forma, não ameaça a participação do carro neste domingo no complemento da programação, quando Xandy poderá aproveitar a pole que estabeleceu hoje com tempo recorde para lutar pela terceira vitória do ano e a nona desde a estréia da categoria no ano passado. A largada está marcada para as 13h15 e a corrida terá a mesma duração de uma hora.


Confira o resultado da sétima etapa da GT3:

1. Paulo Bonifacio/Ingo Hoffmann (LG), 36 voltas em 1h01min09s479
2. Lico Kaesemodel/Alceu Feldmann (VC), a 14s050
3. Walter Salles/Ricardo Rosset (FG), a 17s967
4. Claudio Ricci/Rafael Derani (F4), a 52s254
5. Abramo Mazzochi/Mateus Stumpf (VC), a 52s981
6. Renato Cattalini/Antonio Jorge Neto (F4), a 58s026
7. XandyNegrão/Andreas Mattheis (FG), a 1min30s922
8. Marcelo Hahn/Allam Khodair (F4), a 1 volta
9. Antonio Hermann/Valdeno Brito (P9), a 1 volta
10. Emerson Fittipaldi/Wilson Fittipaldi (P9), a 1 volta
11. Amadeu Rodrigues/Leonardo Burti (VC), a 2 voltas

Bia Figueiredo vence na Indy Lights e entra para a história


Ela tornou-se a primeira brasileira a vencer uma prova internacional de automobilismo



A brasileira Bia Figueiredo entrou para a história do automobilismo brasileiro. Bia, da equipe Sam Schmidt, venceu neste sábado a décima etapa da Indy Lights, no circuito de Nashville, nos Estados Unidos, e se tornou a primeira brasileira a conquistar uma prova internacional de automobilismo, numa corrida marcada pela chuva - que adiou a largada e por acidentes e bandeiras amarela e preta.


Bia largou na segunda colocação e foi ultrapassada por Dillon Battistini, caindo para o terceiro lugar. Mas a brasileira reassumiu o segundo posto em Nashville após acidente que envolveu Dillon e Simmons. Na 32ª volta, Bia conseguiu a ultrapassagem sobre seu companheiro de equipe James Davison e guiou para a vitória.


A segunda colocação em Nashville ficou com Bobby Wilson, RLR Andersen. Já Arie Luyendyk Jr, da Andretti Green, foi o terceiro a receber a bandeirada final e completou o pódio.


O brasileiro Raphael Matos, Andretti Green, terminou na quinta colocação. Raphael, que saiu da quarta posição do grid de largada, rodou no início da prova e numa excelente corrida de recuperação, ficou em quinto lugar.

sábado, 12 de julho de 2008

SL65 AMG Black Series traz 661 cv




Modelo preparado pela divisão esportiva da Mercedes usa motor V12 6.0 l biturbo


A Mercedes-Benz esculpiu ainda mais seu SL65 AMG e criou uma série especial do modelo, a SL65 AMG Black Series. O esportivo traz sob o capô um propulsor V12 6.0 l biturbo capaz de desenvolver 661 cv a 5 400 rpm.


Essa cavalaria é enviada às rodas traseiras por meio de uma transmissão automática de 5 velocidades equipada com software para mudanças de marchas desenvolvido pela AMG, que realiza as trocas em apenas 250 milésimos de segundo. Isso significa que a máquina vai de 0 a 100 km/h em cerca de 4s e atinge uma máxima de 320 km/h, que só não é maior devido a limitações do câmbio.


O desempenho deste SL também é fruto de uma considerável redução de peso. Comparado com o SL65 AMG, o Black Series tem 250 kg a menos, um total de 1 870 kg. Essa redução se deve aos materiais empregados em sua construção, como o alumínio – no lugar do aço – e a fibra de carbono, usada nas entradas de ar, no porta-malas e no teto, que agora está mais baixo e contribui para reduzir o centro de gravidade do carro.


Outras novidades são a nova suspensão ajustável, o comprimento maior e o aerofólio traseiro retrátil. Essas inovações e as demais serão apresentadas oficialmente no Salão do Automóvel de Paris, em outubro. As vendas do SL65 AMG Black Series devem começam no ano que vem, e o bólido custará US$ 320 000 nos EUA (cerca de R$ 500 000), onde serão disponibilizadas 200 unidades.






Lada Niva



Após quase dez anos do fim da importação oficial, o rústico jipe Niva volta, em 2009, por R$ 30 mil


Camaradas órfãos do Lada Niva, animai-vos! A grande espera por um jipe 4x4 robusto de preço acessível pode estar chegando ao fim. É possível que, em seis meses, o velho Niva volte ao Brasil em importação regular. E o preço não deve ultrapassar R$ 30 mil, fazendo dele o modelo com tração integral mais barato do país. A notícia da volta da marca russa ao Brasil havia sido antecipada na seção Área Restrita da edição de fevereiro (513).


E AE sai novamente na frente: avaliamos a unidade do Lada 4x4, novo nome do Niva, que está no Brasil para testes de homologação. Trata-se de um modelo 2006/2006, com motor de injeção multiponto 1.7, de 80 cavalos de potência. A cor é a conhecida branco refrigerador. Praticamente o mesmo carro da abertura das importações.


Quem ficou animado com o retorno desse ícone do fora-de-estrada deve ter ciência que estilo e acabamento são os mesmos de antes. Ele não tem nada a ver com o novo Chevrolet Niva produzido na Rússia, fruto da associação entre a GM e a Autovaz, dona da Lada. Esse é mais caro e diferente do que será vendido aqui (leia mais detalhes nas páginas seguintes). “Os importadores de países europeus dizem que seus clientes não aceitam mudanças radicais de estilo”, afirma Alexandre Antokin, ex-presidente da Lada do Brasil (que encerrou as atividades em 2000) e atualmente colaborador do grupo Caoa. Por conta disso, a empresa russa deverá analisar com cautela as mudanças no capô e faróis que planeja para o ano que vem. Mas mudar várias coisas por dentro seria muito bem-vindo.


Se a fidelidade do fã chega ao ponto de ignorar a rusticidade interna, então ele não irá se decepcionar com o carro que está voltando. Ao entrar no Lada 4x4 fica a nítida sensação de um carro anacrônico, parado no tempo, onde conforto e bom acabamento não são as preocupações centrais. A ignição fica à esquerda do volante, no mesmo lado do botão que regula o ajuste de altura dos faróis redondos – sem os limpadores do modelo antigo. A abertura da tampa do porta-malas fica atrás do banco do motorista, perto da coluna. Abrir a porta com a chave diferente da que dá a partida também não é algo cômodo. O espaço para quem vai atrás é exíguo.


Harley-Davidson compra a italiana Agusta por US$ 109 milhões


Negociação inclui também a Cagiva, outro ícone das motos italianas.
Acordo ainda precisa ser aprovado pelas autoridades reguladoras.


A Harley-Davidson anunciou nesta sexta-feira (11) que concluiu as negociações para comprar a fabricante de motos italiana Agusta (MVAG) por US$ 109 milhões. O acordo ainda terá de ser aprovado pelas autoridades reguladoras para ser oficial.


O grupo italiano tem duas marcas distintas, a exclusivíssima esportiva MV Agusta e a popular Cagiva, que são vendidas por meio de 500 concessionários espalhados pelo mundo, especialmente na Europa.


Em 2007, a MVAG fabricou 5.819 motos, mas diminuiu a produção este ano por causa das dificuldades financeiras enfrentadas pelo grupo. "As motos são o coração, a alma e a paixão da Harley-Davidson, Buell e Agusta", disse o responsável executivo da marca americana, Jim Ziemer, que destacou que essas marcas têm "clientes muito fiéis".


As marcas Agusta e Cagiva, recordou, são muito conhecidas e apreciadas pelos consumidores europeus e "são sinônimo de beleza, qualidade e rendimento das motos italianas", afirmou o executivo.


No acordo, a fabricante norte-americana adquiriu 100% das ações e passou a responder pela atual dívida da Agusta, que gira em torno de US$ 70 milhões. O presidente do grupo italiano, Claudio Castiglioni, continuará no comando da empresa, assim como o designer chefe, Massimo Tamburini.

Casey Stoner lidera treinos livres


Australiano mantém boa fase e faz o melhor tempo no circuito de Sachsenring


O australiano Casey Stoner, da Ducati Marlboro, foi o mais rápido na segunda sessão de treinos livres para o Grande Prêmio da Alemanha da MotoGP, no circuito de Sachsenring. O atual campeão da categoria fez o tempo de 1min21s582, superando a marca da primeira sessão desta sexta-feira (1min22s318), na qual ele também foi o mais veloz. Stoner, porém, caiu no fim do treino, mas nada sofreu no acidente.


A segunda posição ficou com Alex de Angelis, de San Marino, que cravou o tempo de 1min21s993 com sua Honda, seguido pelo americano Colin Edwards, da Tech 3, com 1min22s463.


Líder do campeonato, o espanhol Dani Pedrosa, da Repsol Honda, fez apenas a quinta marca, com 1min22s759, ficando atrás do italiano Valentino Rossi, da Fiat Yamaha, que fez sua melhor volta em 1min22s617.


Confira os tempos da segunda sessão de treinos livres:

1- Casey Stoner (AUS/Ducati) - 1min21s582
2- Alex de Angelis (RSM/Honda) - 1min21s993
3- Colin Edwards (EUA/Yamaha) - 1min22s463
4- Valentino Rossi (ITA/Yamaha)- 1min22s617
5- Daniel Pedrosa (ESP/Honda) - 1min22s759
6- Jorge Lorenzo (ESP/Yamaha) - 1min22s894
7- Shinya Nakano (JPN/Honda) - 1min22s922
8- Nicky Hayden (EUA/Honda) - 1min22s975
9- Andrea Dovizioso (ITA/Honda) - 1min22s999
10- Randy de Puniet (FRA/Honda) - 1min23s116
11- Sylvain Guintoli (FRA/Ducati) - 1min23s209
12- Loris Capirossi (ITA/Suzuki) - 1min23s274
13- Toni Elías (ESP/Ducati) - 1min23s366
14- Chris Vermeulen (AUS/Suzuki) - 1min23s411
15- Anthony West (AUS/Kawasaki) - 1min23s452