


Segundo jornal, time não decidiu o piloto que seria dispensado
De acordo com o diário espanhol "As", a Ferrari poderá anunciar a contratação do bicampeão mundial Fernando Alonso no dia 11 de setembro, na sexta-feira que abre o fim de semana do GP da Itália, em Monza. O contrato entre o piloto, hoje na Renault, e a escuderia italiana seria por cinco temporadas. Segundo a publicação, a Ferrari ainda não decidiu quem será substituído, se Felipe Massa ou Kimi Raikkonen.
Para dar boas-vindas ao piloto, a Ferrari estaria disposta até mesmo a mudar o local de seu tradicional evento de fim de ano da Itália para Valência. No encontro, a escuderia também anunciaria um contrato de patrocínio com o Banco Santander.
Entretanto, como tem compromisso com a Renault até 31 de dezembro, o piloto não poderia usar nenhuma vestimenta da escuderia italiana.
Alonso e a Ferrari já manifestaram diversas vezes o desejo de trabalharem juntos. Nos últimos meses, até Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F-1, teria tentado costurar um acordo entre a Ferrari e o Banco Santander para que a contratação fosse realizada.

Nova versão do Gallardo teria 550 cv, tração traseira e câmbio manual
Um superesportivo para agradar puristas. Nada de câmbio automatizado nem tração integral. Neste Gallardo, o motorista doma os 550 cavalos de potência (como indica a sigla da versão) com um câmbio manual de 6 marchas (item notável nas fotos internas), que por sua vez despeja toda a força para o eixo traseiro. Isso é o que promete o website NetCarShow, que divulgou as primeiras imagens do superesportivo previsto para chegar em 2010.
Em relação ao Gallardo atual, o modelo teria 10 cavalos a menos em seu bloco 5.0 V10, diminuição justificada pela aplicação da tração traseira. Quanto ao visual, não haveria mudanças externas nem internas. A Lamborghini ainda não divulgou informações sobre o carro, que deve fazer sua estreia no Salão de Frankfurt, em setembro.
Mal comparando, a chegada deste Gallardo com tração traseira coloca a Lamborghini no páreo contra carros como Pagani Zonda F e Porsche 911 GT3, ambos monstros superpotentes com tração traseira e câmbio manual.

Finlandês dividirá carro com ex-navegador de Tommi Makinen
Campeão mundial de Fórmula 1 de 2007, Kimi Raikkonen confirmou a sua participação no Rali da Finlândia, etapa válida pelo Mundial, de 31 de julho a 2 de agosto. O Homem de Gelo conseguiu uma permissão especial da Ferrari e correrá a prova com um Fiat Abarth Grande Punto S2000. Ele terá como navegador Kaj Lindstrom, antigo companheiro do tetracampeão mundial Tommi Makinen.
- Kimi é um superdotado com todo tipo de veículo, mas é preciso lembrar que em rali tem a experiência de um piloto júnior. Nem nós nem o público devem duvidar disso quando olharem os resultados - disse Lindstrom ao diário local Iltalehti.
O Rali da Finlândia será disputado no meio de uma parada de quatro semanas do Mundial de Fórmula 1 entre os GPs da Hungria e da Europa.

Organização não conseguiu recursos para bancar evento
O site oficial da Historic Formula One, categoria em que pilotos competem com carros de Fórmula 1 antigos, anunciou nesta segunda-feira em nota o cancelamento da etapa que seria disputada no Autódromo de Interlagos no dia 16 de agosto.
De acordo com o comunicado, a TV Globo, que seria a principal patrocinadora do evento, não teve condições de bancá-lo devido à crise econômica. Porém, de acordo com a organização da corrida, esta informação não é correta, pois a emissora seria a responsável apenas pela transmissão da prova.
A própria organização correu atrás dos patrocinadores, mas não captou os recursos necessários para viabilizá-la. Houve até um pedido dos investidores para que a prova fosse realizada apenas no ano que vem.
Ainda segundo a organização do evento, a Interpro, responsável pela promoção da prova no Brasil, já está entrando em contato com os que compraram ingressos pela internet para cuidar da devolução do dinheiro. Mesmo assim, quem quiser mais informações deve acessar o site www.historicf1.com.br e a seção Fale Conosco.
(Lancenet)
Honda investiu pesado em modelo que não seria dela
Ex-piloto de testes da Honda, o austríaco Alexander Wurz revelou que a montadora japonesa gastou cerca de 500 mil euros (aproximadamente R$ 1,3 bilhão) no ano passado durante a concepção do carro que viria a ser usado pela Brawn GP na temporada deste ano da Fórmula 1. Batizado de BGP 001, o modelo venceu seis das oito corridas do Mundial com Jenson Button - a Brawn lidera o Mundial de Construtores com 30,5 pontos de vantagem sobre a segunda colocada Red Bull.
Segundo Wurz, que ficou sem emprego depois que a Honda abandonou a categoria devido à crise financeira mundial, o carro foi testado em cinco túneis de vento diferentes para aprimoramento da parte aerodinâmica.
- O carro foi levado a três diferentes direções no túnel de vento. Duas foram tidas como erradas, então a equipe apenas mudou o caminho. A Brawn tem provavelmente o carro mais caro com o menor orçamento operacional da História - disse o austríaco à revista alemã "Auto Motor und Sport".
Mesmo após anunciar sua saída, em dezembro de 2008, a Honda continuou o desenvolvimento do carro até fechar a venda para Ross Brawn, que manteve a escuderia através do dinheiro de novos patrocinadores, das receitas da FOM (entidade que controla os interesses comerciais da F-1) e de quatro meses de salários dos funcionários pagos pela montadora.
O governo decidiu prorrogar, por mais três meses, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para o setor automobilístico, informou nesta segunda-feira (29) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O benefício para este setor terminaria nesta terça-feira (30).
"Em outubro, novembro e dezembro, volta gradualmente o tributo [IPI de automóveis], até estar totalmente reconstituído no fim do ano", disse Mantega. Para caminhões, o tributo reduzido vale até o fim do ano e, para motocicletas, terá validade por mais três meses.
Além disso, o governo também decidiu manter o IPI baixo para a aquisição dos produtos da chamada "linha branca" pela população, que abrange fogões, máquinas de lavar, geladeiras, até 31 de outubro. Também foi mantido o IPI reduzido de cerca de 30 grupos de materiais de construção até o fim deste ano.
O ministro da Fazenda informou ainda que também foi mantido o PIS e a Cofins, com alíquotas menores, para farinha de trigo e para o pão até o fim de 2010.
Automóveis
A redução do IPI para carros foi autorizada, pela primeira vez, em janeiro deste ano, quando o setor, e também o resto da economia, sentia mais fortemente os efeitos da crise financeira. Em março, foi autorizada a primeira prorrogação do imposto reduzido. Com a medida, o governo deixou de arrecadar R$ 1,75 bilhão neste ano.
Para carros populares, de até mil cilindradas, o IPI caiu de 7% para zero e, para automóveis entre mil e duas mil cilindradas movidos à gasolina, recuou de 13% para 6,5%. Para carros flex (bicombustível) e movidos à álcool, o imposto caiu de 11% para 5,5%. Entretanto, não houve alteração para veículos com mais de duas mil cilindradas.
(G1)
Industrializados (IPI) para os automóveis. Na segunda-feira o governo federal vai anunciar nova prorrogação da medida, em vigor desde meados de dezembro.
Neste fim de semana, quase todas as marcas estão realizando feirões ou ações nas próprias concessionárias ainda com o mote de último fim de semana de IPI reduzido. A medida possibilitou a redução de 5% a 7% nos preços dos carros com motores 1.0 a 2.0. Somado ao imposto menor, fábricas e revendedores ampliaram os descontos e os automóveis estão, em média, 9% mais baratos em relação aos preços sugeridos na tabela de dezembro.
O melhor desempenho deste ano foi em março, com 271,4 mil veículos vendidos. Inicialmente, o corte do IPI estava previsto para três meses e deveria acabar no dia 30 daquele mês, quando houve corrida às lojas. O governo federal decidiu manter a desoneração por mais três meses, prazo que venceria na próxima quarta-feira.