
Todos os Campeões

Nesta quinta-feira, os pilotos percorreram 253 quilômetros entre as cidades de Fiambalá e La Rioja (Argentina). Nesta sexta-feira será disputada a décima-terceira e penúltima etapa, entre as cidades de La Rioja e Córdoba.
A organização do Rally Dacar decidiu encurtar os 324 quilômetros iniciais da etapa, por causa do mau estado em que ficou o terreno após as chuvas que caíram na região na noite desta quarta-feira.
Deste modo, os participantes chegarão até o quilômetro 324 e depois percorrerão um lance cronometrado de 220 quilômetros, finalizando com mais 47 quilômetros até Córdoba.
Confira a classificação atualizada do Rali Dacar:
| CARROS |
| 1º - Giniel De Villiers (RSA) e Dirk Von Zitzewitz (ALE) - Volkswagen - 43h46min58s 2º - Mark Miller (EUA) e Ralph Pitchford (RSA) - Volkswagen - 43h49min33s 3º - Robby Gordon (EUA) e Andy Grider (EUA) - Hummer - 45h05min50s 4º - Ivar Tollefsen (NOR) e Quin Evans (GBR) - Nissan - 49h35min19s 5º - Krzysztof Holowczyc (POL) e Jean-Marc Fortin (BEL) - Nissan - 50h31min40s 18º - Jean Azevedo (BRA) e Youssef Haddad (BRA) - Mitsubishi - 70h35min02s |
| MOTOS |
| 1º - Marc Coma (ESP) - KTM – 47h51min30s 2º - Cyril Despres (FRA) - KTM – 49h21min18s 3º - David Fretigne (FRA) - Yamaha – 49h25min25s 4º - David Casteau (FRA) - KTM – 50h07min43s 5º - Helder Rodrigues (POR) - KTM – 50h15min34s 12º - Zé Hélio (BRA) - Honda – 52h36min54s 35º - Rodolpho Mattheis (BRA) - Yamaha - 60h40min35s |
| CAMINHÕES |
| 1º - Vladmir Chagin (RUS), Sergey Savostin (RUS) e Eduard Nikolaev (RUS) - Kamaz - 44h41min26s 2º - Firdaus Kabirov (RUS), Aydar Belyaev (RUS) e Andrey Mokeev (RUS) - Kamaz - 44h42min59s 3º - Gerard de Rooy (HOL), Tom Colsoul (BEL) e Marcel van Melis (HOL) - Ginaf - 45h38min24s 4º - Ilgizar Mardeev (RUS), Viatcheslav Mizyukaev (RUS) e Ayrat Mardeev (RUS) - Kamaz - 51h04min59s 5º - Franz Echter (ALE), Detlef Ruf (ALE) e Artur Klein (ALE) - Man - 51h58min37s 6º - André Azevedo (BRA), Justo Maykel (BRA) e Jaromir Martinec (RTC) - Tatra - 53h00min04s |
| QUADRICICLOS |
| 1º - Josef Machacek (RTC) - Yamaha - 63h12min11s 2º - Marcos Patronelli (ARG) - Can-Am - 65h06min49s 3º - Rafal Sonik (POL) - Yamaha - 70h18min28s 4º - Hubert Deltrieu (FRA) - Polaris - 74h23min23s 5º - Oldrich Brazina (RTC) - Yamaha - 78h54min08s |

A McLaren apresentou nesta sexta-feira no Centro de Tecnologia da equipe, na Inglaterra, seu carro para a temporada de 2009 para a Fórmula 1, o modelo MP4-24. A escuderia britânica foi a terceira a lançar seu bólido para o ano. As outras equipes foram a Ferrari e Toyota. O novo McLaren será testado neste sábado pelo piloto de testes Pedro de la Rosa.
Chefe da equipe, Martin Whitmarsh, disse que sua equipe teve que trabalhar duro para preparar o carro, sobretudo pelas mudanças que a categoria sofreu, como a introdução do Kers e a redução aerodinâmica.
- Mudanças amplas nas regras exigem extensa quantidade de trabalho. Essas mudanças são as maiores que vimos em 15 anos. Claro que é mesma para cada equipe, então não podemos dizer que as mudanças são menos exigentes para os concorrentes - disse Whitmarsh, que ressaltou a alta tecnologia utilizada pela escuderia na concepção do novo carro.
O inglês Lewis Hamilton, atual campeão da Fórmula e que correrá com o número 1 em seu carro, comentou o novo bólido da McLaren:
- Esta é a primeira vez que vi o carro completo e ele está lindo. A equipe sempre consegue em conjunto um carro impressioante e é muito bom ver o resultado final de um trabalho longo - disse Hamilton.
Uma Volkswagen Brasília azul protagoniza uma das principais cenas da minissérie "Maysa", da Globo. O carro, que exibe a placa amarela FJ-5505, espatifa-se numa mureta da ponte Rio-Niterói na reconstituição da morte da cantora naquele 22 de janeiro de 1977.
Jayme Monjardim, filho da artista e diretor da trama, providenciara dois veículos idênticos ao de sua mãe --um exclusivamente para a cena do acidente, gravada no autódromo carioca de Jacarepaguá.
Um dublê, escondido atrás do banco dianteiro, conduziu o carro com volante e pedais adaptados em direção à divisória de concreto, enquanto um boneco no assento do motorista sofreu as consequências do impacto. Três câmeras de alta definição filmam a destruição a 80 km/h, depois "colada" na imagem da ponte Rio-Niterói.
Um Ford Galaxie amarelo de capota branca e um Cadillac conversível preto de interior vermelho já haviam aparecido numa cena um pouco antes, recriando um cenário típico do final dos anos 70. "Maysa" exibe modelos desde 1943 até 1977.
Tiza de Oliveira, diretora de arte da emissora, conta que levou dois meses para reunir carros idênticos aos que fizeram parte da vida das personagens.
"Tem até um movido a gás, que ilustra os anos em que a oferta de gasolina era escassa por conta da Segunda Guerra."
Para Maria Aparecida Baccega, 65, pesquisadora de telenovelas e professora de linguagens da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e da USP (Universidade de São Paulo), os veículos têm papel fundamental na contextualização de efeitos cênicos de época.
"Assim como a caracterização das personagens e a arquitetura das locações, os carros transmitem conceitos históricos, incluindo os tecnológicos e os de distinção social."
Mas não são só os carros que roubam a cena. O cineasta Fernando Meirelles, que produz o filme "À Deriva", cuja estreia está prevista para este semestre, recorre a uma mobilete dos anos 70 para uma cena de "revival". Os detalhes, porém, ainda são guardados a sete chaves.
Dublês motorizados
Dono de uma frota de veículos antigos, Ricardo Cesta diz que aluga suas raridades para novelas e anúncios comerciais.
Ele cobra cerca de R$ 8.000 por um empréstimo de um mês para uso em estúdio -uma pechincha em comparação com os até R$ 2.000 pelo aluguel diário. Cesta explica que tamanha diferença ocorre porque o transporte é mais arriscado do que as cenas. Assim, em um mês o custo do deslocamento único é amortizado.
Todos os seus carros fabricados antes e depois da Segunda Guerra Mundial possuem uma "babá" para dirigi-los e acompanhá-los. Tanto zelo é porque "nem nos EUA se encontra uma caixa de direção nova para um Packard 1938".
"Quando sei que o ator vai dirigir, já negocio com o produtor. Muitas vezes, consigo fazer com que a cena seja alterada."
Quando explosões dominam a tela, veículos históricos e raros costumam recorrer às réplicas de fibra de vidro. As estrelas motorizadas também possuem dublês.
( Felipe Nóbrega - Folha de S.Paulo)

| MOTOS |
| 1º - Marc Coma (ESP) KTM - 43h52m30s 2º - David Fretigne (FRA) Yamaha - a 1h24m50s 3º - Cyril Despres (FRA) KTM - a 1h31m11s 4º - Jordi Viladoms (ESP) KTM - a 1h56m40s 5º - Helder Rodrigues (POR) KTM - a 2h05m38s 12º - José Hélio (BRA) Honda - a 4h04m58s 37º - Rodolpho Mattheis (BRA) Yamaha - a 10h59m53s |
| CARROS |
| 1º - Carlos Sainz (ESP) Volkswagen - 38h59m02s 2º - Mark Miller (EUA) Volkswagen - a 27m31s 3º - Giniel de Villiers (AFS) Volkswagen - a 41m13s 4º - Joan Roma (ESP) Mitsubishi - a 1h13m13s 5º - Robby Gordon (EUA) Hummer - a 1h34m38s 25º - Jean Azevedo (BRA) Mitsubishi - a 23h19m21s |
| QUADRICICLOS |
| 1º - Josef Machacek (RTC) Yamaha - 57h53m17s 2º - Marcos Patronelli (ARG) Can-Am - a 2h30m34s 3º - Rafal Sonik (POL) Yamaha - a 5h14m46s 4º - Oldrich Brazina (CZE) Yamaha - a 10h03m14s 5º - Hubert Deltrieu (FRA) Polaris - a 11h11m06s 6º - Elisabeth Kraft (FRA) Polaris - a 19h38m50s |
| CAMINHÕES |
| 1º - Firdaus Kabirov (RUS) Kamaz - 40h01m23s 2º - Vladimir Chagin (RUS) Kamaz - a 14s 3º - Gerard de Rooy (HOL) Ginaf - a 32m32s 4º - Ilgizar Mardeev (RUS) Kamaz - a 4h31m34s 5º - Franz Echter (ALE) Man - a 5h36m39s 6º - André Azevedo (BRA) Tatra - a 6h47m43s |


“Além da ótima aceitação pelas Forças Armadas no Brasil, a versatilidade, robustez e baixo custo operacional do Marruá despertaram também o interesse do Exército da Argentina“, destaca Flavio Crosa, diretor de Vendas e Marketing da Agrale. Segundo o executivo, os primeiros modelos foram enviados para a Argentina no dia 15 de dezembro e seguirão, posteriormente, para a cidade de Porto Príncipe, onde está localizada a base argentina no Haiti.
Os Agrale Marruá vendidos para o Exército da Argentina, para dez ocupantes, ou possuem versão ambulância, motorização diesel MWM-International de 132 cv (Euro II) e PBT de 3.500 kg, com capacidade de carga de 750 kg, mais reboque militar de 750 kg, em qualquer terreno. Como diferenciais os veículos apresentam capota removível e carroceria metálica com teto de vinil, elevada robustez do trem de força, agilidade no campo (atingem velocidade de até 128 km/h, com velocidade mínima controlada de 4 km/h), simplicidade de manutenção e autonomia de combustível de 700 km.
O Agrale Marruá foi especialmente desenvolvido para atender, de forma integral, às necessidades das Forças Armadas e, no início deste ano, recebeu a homologação do Exército e da Marinha do Brasil. Foram quatro anos e mais de 1 milhão de quilômetros percorridos em testes, incluindo situações operacionais extremas, que resultaram na adequação para cada aplicação específica e em um grande número de versões e configurações para o segmento de defesa.
(Fotos e reportagens - Defesanet)