sexta-feira, 26 de março de 2010

Hamilton fecha a sexta-feira com o melhor tempo

Chuva cai na segunda prática em Melbourne. Barrichello é nono

Em uma prática marcada pela instabilidade do clima, o inglês Lewis Hamilton ficou com o melhor tempo no segundo treino livre para o GP da Austrália , segunda etapa do Mundial de Fórmula 1. Na sua melhor passagem, o piloto da McLaren fez 1m25s801, marca mais expressiva do dia, e acabou 0s275 à frente do segundo colocado, seu companheiro de equipe Jenson Button.


Completaram o grupo dos cinco mais rápidos o australiano Mark Webber, da Red Bull, o alemão Michael Schumacher, da Mercedes, e o russo Vitaly Petrov, da Renault. Primeiro colocado na prática matutina em Melbourne, Robert Kubica (Renault) acabou em 11º.

Já o líder mundial, o bicampeão Fernando Alonso, acabou o treino na 15ª colocação. Outro dos favoritos à vitória, Sebastian Vettel (Red Bull) ficou uma posição atrás do espanhol da Ferrari.

O melhor brasileiro no treino foi Rubens Barrichello, da Williams, na nona colocação. Felipe Massa, da Ferrari, ficou apenas em 17º, enquanto Lucas di Grassi (Virgin) e Bruno Senna (Hispania), este com problemas mecânicos, não registraram tempo.

Bem no início da sessão começou a chover em Melbourne e rapidamente o asfalto ficou molhado. Mas, com pouco mais de 15 minutos, a precipitação parou e logo a pista secou. De imediato, os pilotos foram para a pista e baixaram os tempos da primeira sessão, com Hamilton na frente. Mas, com meia hora de prática, voltou a chover.

O marasmo tomou conta do circuito e só quando faltava meia hora para a bandeirada a chuva parou novamente e, aos poucos, os pilotos voltaram a treinar. Inicialmente os tempos estavam bem acima do normal, mas a pista foi melhorando e alguns pilotos, como Schumacher, subiram na tabela de tempos. Porém, a marca de Hamilton nunca foi ameaçada.

Os carros voltarão à pista à meia-noite (de Brasília) de sábado para o terceiro treino livre. Três horas depois será disputado o treino classificatório para a formação do grid de largada.

TEMPOS DO SEGUNDO TREINO LIVRE EM MELBOURNE
1º - Lewis Hamilton (ING) McLaren-Mercedes - 1m25s801 (13 voltas)
2º - Jenson Button (ING) McLaren-Mercedes - 1m26s076 (16)
3º - Mark Webber (AUS) Red Bull-Renault - 1m26s248 (22)
4º - Michael Schumacher (ALE) Mercedes - 1m26s511 (16)
5º - Vitaly Petrov (RUS) Renault - 1m26s732 (26)
6º - Sebastien Buemi (SUI) Toro Rosso-Ferrari - 1m26s832 (29)
7º - Adrian Sutil (ALE) Force India-Mercedes - 1m26s834 (22)
8º - Vitantonio Liuzzi (ITA) Force India-Mercedes - 1m26s835 (17)
9º - Rubens Barrichello (BRA) Williams-Cosworth - 1m26s904 (25)
10º - Nico Rosberg (ALE) Mercedes - 1m26s956 (22)
11º - Robert Kubica (POL) Renault - 1m27s108 (28)
12º - Pedro de la Rosa (ESP) Sauber-Ferrari - 1m27s108 (25)
13º - Kamui Kobayashi (JAP) Sauber-Ferrari - 1m27s455 (23)
14º - Nico Hulkenberg (ALE) Williams-Cosworth - 1m27s545 (25)
15º - Fernando Alonso (ESP) Ferrari - 1m29s025 (20)
16º - Sebastian Vettel (ALE) Red Bull-Renault - 1m29s134 (19)
17º - Felipe Massa (BRA) Ferrari - 1m29s591 (21)
18º - Heikki Kovalainen (FIN) Lotus-Cosworth - 1m29s860 (15)
19º - Jaime Alguersuari (ESP) Toro Rosso-Ferrari - 1m30s510 (43)
20º - Jarno Trulli (ITA) Lotus-Cosworth - 1m30s695 (17)
21º - Timo Glock (ALE) Virgin-Cosworth - 1m32s117 (9)
22º - Lucas di Grassi (BRA) Virgin-Cosworth - sem tempo (2)
23º - Karun Chandhok (IND) Hispania-Cosworth - sem tempo (1)
24º - Bruno Senna (BRA) Hispania-Cosworth - sem tempo (0)
 

(Lancenet)

PSA investirá R$ 1,4 bi no Brasil

A empresa francesa PSA Peugeot Citroën investirá R$ 1,4  bilhão até 2012 para o desenvolvimento de suas atividades no Brasil. O anúncio foi feito na manhã dessa quinta, dia 25, por Philippe Varin, presidente mundial da PSA Peugeot Citroën.



Durante uma solenidade no Palácio Laranjeiras, na presença de Sérgio Cabral Filho, governador  do  Rio de Janeiro, Varin ressaltou que o  investimento também permitirá o aumento de 50% da capacidade de produção da planta de Porto Real, no interior do estado do Rio. Foi confirmado para maio o lançamento da pick-up compacta Peugeot Hoggar – foto – e a marca Citroën ainda prepara o lançamento de um novo modelo no segundo semestre. Seria uma versão "aventureira" do monovolume compacto C3 Picasso, que deve se chamar Aircross  e concorrerá com o Ford EcosSport. 

O holding que controla as marcas Peugeot e Citroën  tem participação atual de 5% no mercado brasileiro. No entanto sua meta mundial é alcançar 10% de participação em cada mercado atuante, inclusive o brasileiro. Para isso, o presidente da PSA revelou a intenção de produzir um carro que concorra com os modelos de entrada de marcas como Volkswagen, Fiat, Ford e Chevrolet. Provavelmente, o modelo chegaria com a marca Peugeot e teria um propulsor 1.0 litro.
(Uol)

Preço do álcool cai e volta a ser vantagem

Segundo um levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo), o preço do etanol caiu e o combustível vegetal voltou a ficar competitivo em relação à gasolina em São Paulo. Segundo a agência, na semana entre os dias 21 e 27 de fevereiro, o preço médio da gasolina no estado era de R$ 2,487, enquanto o etanol custava R$ 1,806. É vantajoso usar gasolina quando o preço do álcool for mais que 70% do valor do combustível fóssil.

Entre os dias 14 e 20 de março, a diferença caiu entre a média de R$ 2,464 da gasolina e a de R$ 1,620 do etanol. Com isso, o combustível vegetal voltou a ser a melhor opção na hora de abastecer dentro do estado de São Paulo. Além do território paulista, o etanol é a melhor escolha em outros 18 estados brasileiros. A maior vantagem é no Paraná, onde o álcool custa 52% do valor da gasolina. O melhor lugar para optar pelo combustível fóssil é no Amazonas, onde o custo do etanol é 85,7% do da gasolina.

GM terá 15 novidades até 2012 no Brasil

Fabricante destinará R$ 1,4 bilhão para unidades do estado de São Paulo

A General Motors do Brasil anunciou na noite da última segunda-feira (22) um investimento de R$ 1,4 bilhão para suas unidades de São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes, ambas em São Paulo. A quantia faz parte dos R$ 5 bilhões que a empresa já havia confirmado ao país para o período 2008-2012. A cerimônia, realizada no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual paulista, contou com a presença de José Serra.

Do recurso recém-destinado para São Paulo, R$ 1,350 bilhão serão utilizados para modernização e adequação da planta de São Caetano do Sul para a produção “de dois novos carros baseados nas novas arquiteturas globais da empresa”. A verba também propiciará um aumento da ordem de 30% da capacidade produtiva da unidade localizada no ABC paulista além da nacionalização de peças com fornecedores. “Esperamos criar um número considerável de postos de trabalho em São Caetano com o investimento, só que ainda não é possível informar a quantidade exata pois dependerá da demanda”, acrescentou Jaime Ardila, presidente da GM para o Brasil e Mercosul.

A unidade de Mogi das Cruzes, por sua vez, receberá R$ 50 milhões no total para atender as necessidades de peças utilizadas na sede da GM no Brasil, em São Caetano. A planta localizada no interior do estado de São Paulo contratará mais 190 pessoas e atingirá 950 empregados em seu quadro. A produção contemplará desde componentes estampados até conjuntos e subconjuntos para os modelos atualmente em linha.
(Carrop Online)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Preservando seu patrimônio


Você comprou seu carro Okm? Tenho certeza que a maioria que compra seu carro novo teve que fazer algum sacrifício. Abriu mão de muitas coisas para conseguir este patrimônio. O prazer de sair com seu carro novinho, ainda com os plásticos no banco, cheirando a novo é uma coisa muito boa, mas a tranquilidade de saber como zelar por este bem é ainda mais importante!

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Mercedes quer seus trocar pneus em 2s5

Equipe espera melhorar desempenho nos boxes aos poucos

Sem o reabastecimento, o foco dos pit stops são as trocas de pneus. E qualquer décimo de segundo pode ser muito importante. Sabendo disso, a Mercedes treina para diminuir o tempo das paradas nos boxes e quer fazer a atividade em 2s5, segundo a revista "Der Spiegel".

A equipe até desenvolveu um macaco que levanta o carro com mais agilidade. Eles sabem que provavalmente não conseguirão já no GP da Austrália, no próximo domingo, mas a meta é melhorar aos poucos.

Além deste treinamento, a Mercedes também vai para a Austrália com um novo pacote, já com algumas melhorias em relação ao GP do Bahrein.
(Lancenet)

Renault poderá fazer modificações em seu motor

Mudanças nos propulsores serão limitadas, diz porta-vez

A FIA abriu uma exceção e liberou a Renault para fazer mudanças em seus motores. O regulamento impõe um congelamento no desenvolvimento. A equipe da fábrica e a Red Bull, que também usa os propulsores.
- Entende-se que as outras alterações solicitadas para outras fabricantes, mudanças que ajudariam a otimizar o consumo de combustível, foram rejeitadas porque eram simplesmente por questões de desempenho, e não sobre a base justa das outras mudanças que estão abertas a todas as fabricantes - disse um porta-voz da FIA, garantindo que terá limitações.

Michelin lança cabo de partida inovador

Sistema possui dispositivo que impede curto-circuito entre baterias

 
A Michelin informou nesta segunda-feira (22) que lançará nos Estados Unidos o chamado “cabo de partida auxiliar inteligente”, um par de cabos que não permite com que o motorista cometa erros na hora de realizar uma partida auxiliar – popularmente conhecido como “chupeta” – situação em que a bateria de um automóvel descarregada é conectada a outra para que o veículo possa ser ligado. O novo aparato visa impedir com que ocorra curto-circuitos que podem acarretar até na explosão do componente caso a polaridade dos armazenadores seja invertida na hora da conexão.
 
Pelo valor de US$ 40 (R$ 72 sem taxas de importação ou impostos brasileiros) a novidade se diferencia dos cabos convencionais por uma caixa localizada na metade de sua extensão. Esta avalia a polaridade das correntes - se é positiva ou negativa – e cuida de realizar as conexões corretas, não importa qual ligação tenha sido feita. Deste modo não há a possibilidade de uma ligação incorreta, que também pode comprometer componentes eletrônicos de um automóvel, como a central da injeção eletrônica, por exemplo.
 
De acordo com Alexia Hayes, engenheira de desenvolvimento de produtos da Michelin, o novo sistema é proveitoso para motoristas novos e idosos, que estão mais propensos a esquecerem as luzes do veículo acesa, bem como o sistema de som. Confira a foto do cabo ao lado.
(Carro Online)

Mazda MX-5 ganha versão Black&Mat

Série especial para o mercado francês tem pintura fosca e motor de 160 cv


Para celebrar os 20 anos do MX-5 (o modelo também chamado de Miata em outros países) no mercado francês, a Mazda apresentou nesta sexta-feira (19) a versão especial Black&Mat do roadster mais vendido do mundo. Ainda sem preço divulgado pela fabricante japonesa, o modelo será um dos destaques no 21º Salão Cabriolet, Coupé & SUV, que acontece entre os dias 9 e 11 de abril, em Paris.


Como o próprio nome da série diz em inglês, o carro ostenta a pintura preto fosco, que lhe confere um visual esportivo com um toque sombrio. O mesmo tom colore as rodas de alumínio aro 17”, calçadas em pneus na medida 205/45 R17. Já a cabine, que leva apenas dois ocupantes como manda a etiqueta roadster, tem decoração assinada pela designer Laure Kczekotowska, que adornou o painel com gemas preciosas e cristais.


Para combinar com o visual diferenciado, o motor escolhido para a versão foi o mais potente da série do modelo japonês: 2.0 de 160 cv e 19,1 kgfm de torque associado ao câmbio manual de 5 marchas. Segundo dados da fabricante, esse bloco é capaz de fazer o MX-5 acelerar de 0 a 100 km/h em 7s9 e atingir a velocidade máxima de 212 km/h. 
(Carro Online)

quarta-feira, 24 de março de 2010

Rebimboca da Parafuseta - 4 - Bateria


A importância da bateria

A bateria automotiva é uma peça comumente esquecida em qualquer que seja a preparação elétrica do carro, embora a sua importância seja enorme. Ela deve ser encarada como a primeira peça a ser avaliada antes de qualquer coisa, porque afinal, tudo depende dela.

Primeiro vamos esclarecer o que é uma bateria forte ou fraca:

A potência da bateria pode ser avaliada de acordo com a sua carga nominal que é a amperagem (A), toda a parte elétrica do carro funciona em 12 volts e cada equipamento consome uma certa amperagem, portanto quanto mais amperagem tem a bateria mais equipamentos ela suportará. 

O problema das baterias originais é que elas têm a capacidade para suportar somente a parte elétrica original do carro, tudo que for adicionado como módulos amplificadores de som, módulos de ignição e iluminação farão com que a bateria se desgaste mais rápida e não forneça energia suficiente, fazendo com que o investimento dos equipamentos não dêem o retorno desejado. 

Exemplo:

Um Ford Ka motor 1.0 tem bateria original de 40A. O carro necessita de uma energia de 40A para que todos os componentes elétricos funcionem bem durante várias horas, o pico de consumo (tudo ligado, ventoinha do radiador, farol, rádio original) não passa de 40A. Se instalado neste carro um módulo amplificador de som automotivo como um Banda 4.8 que precisa de pelo menos 40A para fornecer seus 480WRMS a bateria deve ter no mínimo 80A, sendo assim dividida, 40A para o carro e 40A para o módulo Banda, se deixar apenas à bateria original à potência do módulo e toda a parte elétrica irá oscilar de acordo com o consumo, em outras palavras, todos os componentes elétricos do carro vão “brigar” entre eles para ver quem consegue mais energia. Uma forma fácil de verificar isto é ligando a luz de teto do carro e o som junto, conforme bate a música à luz oscila, isto significa que a bateria não esta dando conta do recado. 

Quando a bateria não tem a amperagem necessária podem ocorrem vários problemas na parte elétrica do carro, as mais freqüentes são:

Oscilação na voltagem – Quando forçada à bateria com uma amperagem maior do que ela suporta a voltagem (12V) cai causando oscilação e podendo queimar componentes importantes ou seu mau funcionamento.

Duração de carga menor – Quando a bateria fica muito tempo em sua carga máxima não costuma segurar a carga por mais de 1 hora. Para aumentar a durabilidade de carga basta instalar uma bateria com maior amperagem. 

Baixa vida útil – Baterias automotivas que estão sempre sendo muito exigidas e já tiveram sua carga zerada não duram muito, é importante deixarem sempre com carga e com uma certa folga na amperagem.

Capacidade de carga

Toda bateria automotiva tem na sua etiqueta discriminado a capacidade nominal e a de pico para que o cliente saiba qual deve atender suas expectativas:
 
Capacidade nominal: É a capacidade de carga que a bateria suporta continuamente, é medida em amperes, normalmente vem na etiqueta “Bateria 12V 40A”. Isto significa que a bateria tem a capacidade de fornecer 40 amperes até o fim de sua carga. 

Capacidade de pico: É a capacidade de carga máxima que a bateria pode fornecer em pouquíssimo tempo, normalmente vem na etiqueta “capacidade de pico 650A”. Isto significa que a bateria tem a capacidade de fornecer 650 amperes em alguns décimos de segundo e depois despenca para a capacidade nominal. É uma medida muito importante para quem precisa de um som muito potente, quando tocadas músicas com batidas muito fortes o módulo amplificador de som aproveita toda essa capacidade de pico para suprir a necessidade. 

Tipos de baterias

Existem várias baterias no mercado com a mesma voltagem e amperagem, porem de tipos diferentes, basicamente se refere ao tipo de funcionamento:

Selada: Não requer manutenção, segundo o fabricante a água da bateria dura por toda a vida útil sem a necessidade de recarga, esta vida útil normalmente chega a 4 anos se a bateria for bem cuidada. Nestas baterias o processo químico para produzir eletricidade consome uma quantidade insignificante de água. O problema é que em alguns casos de sobrecarga a água desaparece da bateria e acaba inutilizando a mesma, não existe uma forma de recarregar ou verificar o nível da água.

Não selada: Requer manutenção, o nível da água deve ser verificado pelo menos uma vez por ano, se o nível da água estiver sempre completo a bateria pode durar tanto quanto uma bateria selada bem cuidada. Estas baterias o processo químico para produzir eletricidade consome água e por este motivo deve ser verificado e completado. A desvantagem fica por conta de ser mais uma coisa a ser verificada na hora da manutenção. 

Funcionamento da Bateria

As baterias automotivas são construídas com componentes derivados do chumbo. Dentro delas existem placas com cargas positivas de peróxido de chumbo e negativas de chumbo que ficam mergulhadas em uma solução de ácida sulfúrico diluída em água destilada ou desmineralizada. 

O fluido da bateria é consumido conforme o consumo e carga da mesma, algumas baterias consomem consideravelmente como as não seladas e precisam ser checadas sempre, outras consomem tão pouco que nunca requer recarga como as seladas. Caso o nível de fluido fique muito baixo a ponto de expor as placas de chumbo, elas danificam permanentemente. 

Deve-se tomar cuidado para não tombar as baterias automotivas para não vazar fluido, pois mesmo as seladas possuem respiros por onde pode escapar fluido. 

Alternador
O alternador é o componente do motor do carro responsável pela recarga da bateria, quando o motor está ligado ele gera eletricidade carregando a bateria para que ela possa armazenar energia para se usada quando o motor estiver desligado.

Quando trocado a bateria por uma de maior amperagem o tempo de carga total é proporcional, ou seja, se para carregar uma bateria original de 40A demora 1 hora, para carregar uma de 80A demora 2 horas com o mesmo alternador. 

Para aquelas pessoas que utilizam o carro toda semana e tem um som potente e bateria maior, mas não utiliza o som com sua potência máxima todos os dias o alternador original pode ser o suficiente, já que dá tempo de recarregar totalmente a bateria.

Recomendamos a troca do alternador por outro maior somente para carros que consomem muita eletricidade e rodam pouco.

O alternador é um componente que rouba potência do motor, quanto maior o alternador maior é a potência roubada. Em carros populares de baixa cilindrada é possível perceber facilmente a potência perdida, portanto tenha a certeza de que realmente precisa trocar o alternador do carro.