quarta-feira, 8 de abril de 2009

Vai um MOPAR ?





Freio ABS passa a ser obrigatório em veículos novos até 2014

Resolução obedecerá a um cronograma para a instalação do ABS.
Montadoras cobram entre R$ 2 mil e R$ 3 mil pelo equipamento atualmente.

Além dos airbags, todos os automóveis novos fabricados no Brasil ou importados deverão obrigatoriamente ter o sistema de freios ABS até 2014. A medida foi estabelecida por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovada neste mês e publicada na edição de terça-feira (7) do Diário Oficial da União.

O Contran também regulamentou a instalação dos airbags. Segundo a resolução, as montadoras de automóveis precisarão obedecer a um cronograma para a instalação do ABS.


A partir de 1º de janeiro do ano que vem, 8% dos veículos com até oito assentos (além do motorista) e os de carga com peso de até 3,5 toneladas deverão ter o sistema. Esse porcentual deve subir para 15% em 2011, 30% no ano seguinte, depois 60%, até a totalidade da frota em 2014. Em relação aos veículos maiores, 40% devem estar equipados a partir de janeiro de 2013. No ano seguinte, todos.

A resolução prevê que as montadoras poderão determinar como farão para cumprir a regra, escolhendo os modelos que devem receber primeiro o dispositivo.

A partir de 2014, os veículos novos que não tiverem o sistema instalado não poderão ser licenciados. “A instalação gradativa é necessária até para baixar os custos”, diz o presidente da comissão de área técnica da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Marcus Vinicius Aguiar.

As montadoras cobram entre R$ 2 mil e R$ 3 mil pelo equipamento atualmente. “Hoje, todo o equipamento é importado. Com o prazo, temos a chance de ter fornecedores aqui no Brasil, e o volume maior de vendas deve fazer com que o preço caia.”

Veja o cronograma da obrigatoriedade do airbag e ABS nos carros

DATA DE IMPLANTAÇÃO % DA PRODUÇÃO
1° de janeiro de 2010 8%
1° de janeiro de 2011 15%
1° de janeiro de 2012 30%
1° de janeiro de 2013 60%
1° de janeiro de 2014 100%

Obs.: Este cronograma é para carros de passageiros e comerciais leves. Veículos para nove ou mais passageiros, caminhões e reboques terão de sair de fábrica com ABS em 2013 (40%) e 2014 (100%).

(G1)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ford termina reestruturação e reduz dívida em US$ 9,9 bi

Medida permite economia de US$ 500 milhões ao ano em juros.
No final de 2008, montadora tinha uma dívida de US$ 25,8 bilhões.

A Ford comunicou nesta segunda-feira (6) que reduziu sua dívida em US$ 9,9 bilhões, o que permitirá que a empresa poupe US$ 500 milhões ao ano em juros, após completar o plano de reestruturação de seu endividamento.


Em 31 de dezembro de 2008, a Ford tinha uma dívida de US$ 25,8 bilhões. O plano de reestruturação da dívida previa a troca de US$ 2,4 bilhões em dinheiro e de 468 milhões de ações em troca da eliminação dos US$ 9,9 bilhões.


O executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, disse por meio de um comunicado que "a redução substancial da dívida é mais um passo para criar uma empresa viável e interessante".


"Assim como no caso do recente acordo com o sindicato United Auto Workers (UAW), a Ford segue liderando o setor ao tomar ações decisivas necessárias para produzir crescimento rentável no longo prazo", acrescentou Mulally.


Ao mesmo tempo, a Ford Motor Credit, braço financeiro do fabricante, disse que eliminou outros US$ 3,4 bilhões em notas promissórias, US$ 1,1 bilhão dos quais em dinheiro.


Além disso, a Ford Motor Credit já tinha anunciado que destinaria US$ 1 bilhão para a compra de uma parte da dívida da Ford.

Classificação do Mundial de Pilotos

  • 1

    J. Button (ING)

    20 pts
  • 2

    R. Barrichello (BRA)

    12 pts
  • 3

    J. Trulli (ITA)

    11 pts
  • 4

    T. Glock (ALE)

    11 pts
  • 5

    N. Heidfeld (ALE)

    8 pts
  • 6

    N. Rosberg (ALE)

    4 pts
  • 7

    F. Alonso (ESP)

    4 pts
  • 8

    M. Webber (AUS)

    3 pts

resultado do GP da Malásia 2009

melhor volta: Jenson Button (Brawn GP) - 1m36s641

Piloto

Ordenar

Equipe

Ordenar

Tempo

Ordenar
1 J. Button (ING) Brawn 31 voltas em 1h10m59s092
2 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 22s722
3 T. Glock (ALE) Toyota a 23s513
4 J. Trulli (ITA) Toyota a 46s173
5 R. Barrichello (BRA) Brawn a 47s360
6 M. Webber (AUS) RBR a 52s333
7 L. Hamilton (ING) McLaren a 1m00s733
8 N. Rosberg (ALE) Williams a 1m11s576
9 F. Massa (BRA) Ferrari a 1m16s932
10 S. Bourdais (FRA) STR a 1m42s164
11 F. Alonso (ESP) Renault a 1 volta
12 K. Nakajima (JAP) Williams a 1 volta
13 N. Piquet (BRA) Renault a 1 volta
14 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 1 volta
15 S. Vettel (ALE) RBR a 1 volta
16 S. Buemi (SUI) STR a 1 volta
17 A. Sutil (ALE) Force India a 1 volta
18 G. Fisichella (ITA) Force India a 2 voltas
19 R. Kubica (POL) BMW Sauber a 30 voltas/mecânico
20 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 31 voltas/rodada

Mercedes pode deixar Fórmula 1 em 2010


Reunião da diretoria da montadora está marcada para quarta-feira

O escândalo da mentira envolvendo Lewis Hamilton e a McLaren pode fazer a equipe inglesa perder seu principal parceiro. A Mercedes-Benz, fornecedora de motores e detentora de 51% das ações do time, está revendo seus gastos e cortes podem acontecer também na parte de automobilismo.

Durante a semana do GP da Malásia, o vice-presidente da Mercedes-Benz Motorsport, Norbert Haug, afirmou que não pode garantir que a montadora estará presente na categoria em 2010.

- Se me perguntarem: “vocês aqui pelos próximos dez anos?”, qualquer um que é honesto, e eu sou, não pode responder sobre como o mundo, a indústria automobilística e a economia envolvendo isso vai se comportar. Espero que (o cenário atual) mude. Não é fácil para ninguém, mas eu espero que mude – conta.

Uma reunião da diretoria do grupo da Daimler, dona da Mercedes-Benz, está marcada para quarta-feira com o intuito de reduzir drasticamente os gastos da empresa.

Perguntado se o escândalo da semana passada poderia atrapalhar uma decisão favorável a ficar na Fórmula 1, Haug foi duro com a McLaren.

- Vitórias seriam melhores que discussões como estas. Mas, com certeza, não estamos com a situação, do jeito que está agora.

Confusão no Grande Prêmio da Malásia, um desastre anunciado


Mistura entre clima na Ásia e horário da corrida foi explosiva

Após o caótico desfecho da segunda etapa do campeonato, a reclamação de pilotos e equipes foi geral. A marcação da corrida para as 17h local (duas horas depois do que ocorria nos anos anteriores), para atender aos interesses das TVs europeias acabou sendo um desastre anunciado na opinião da maioria.

No sudeste asiático, local do planeta em que fica a Malásia, o clima quente e úmido causa tempestades em quase todos os dias no fim da tarde, bem no horário da prova. Além disso, o fenômeno "La Niña" aumenta a incidência de temporais na região.