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Nos Estados Unidos, Honda e GM já têm mais de 100 carros a hidrogênio em teste nas ruas. A última novidade foi o conceito Cadillac Provoq, um crossover apresentado na feira de eletrônicos CES, em Las Vegas, e no Salão de Detroit. O Provoq leva o mesmo sistema E-Flex do Chevrolet Volt, mas combina motores elétricos e células de hidrogênio, no lugar do motor a gasolina do Volt. A autonomia é de 483 quilômetros, 32 deles apenas por eletricidade.
O grande entrave à produção em massa dos veículos movidos a hidrogênio parece mesmo ser o preço. "Os problemas técnicos parecem ter sido solucionados. Hoje é uma questão de preço, que cairá com a produção em escala e o amadurecimento de uma gama de fornecedores", diz Ferreira. A escala também é o que impede o problema da autonomia, já que até mesmo nos Estados Unidos a rede de postos de abastecimento de hidrogênio é pequena, quase toda concentrada na Califórnia. "Hoje não há mais postos porque existem poucos carros. E existem poucos carros devido à falta de postos. Mas é uma questão de tempo para equacionar esse dilema", diz Ferreira.
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